Ausência de Assumpção e saída de Barros afetaram ambiente

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Um dos fatores que contribuiu para a crise do Botafogo ter tomado maiores proporções foi a ausência do presidente Mauricio Assumpção, que pediu licença do cargo. Sem ele, a diretoria alvinegra perdeu um dos nomes mais respeitados em General Severiano.

Outra saída sentida no futebol do Botafogo é a de Anderson Barros. O ex-gerente de futebol montou grande parte do atual elenco e criou um vínculo de respeito muito grande. Anderson era reconhecido por cumprir o que prometia

Bastidores da reunião que não agradou

Ao chegar no Engenhão, ontem, os jogadores do Botafogo se dirigiram para uma sala reservada, onde encontraram o vice de futebol Chico Fonseca, o gerente-técnico Sidnei Loureiro, e o gerente-jurídico do clube, Aníbal Rouxinol. Lá, eles conversaram por cerca de 1h30 antes do treino.

Poucos jogadores do Alvinegro manifestaram-se na reunião. Na sala, ouviram novas promessas da diretoria, que não agradaram nem um pouco. O elenco gostaria de saber, especificamente, quando receberá o pagamento, e não mais uma promessa vaga.

Dessa maneira, Seedorf e companhia só se reunirão antes dos jogos em casos extremos ou em compromissos distantes do Rio.

Fonte: Lancenet!

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