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Barroca despista sobre permanência no Botafogo e diz que ‘cabe primeiro sentir a dor’

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Por FogãoNET

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Eduardo Barroca - Botafogo x Sport
Reprodução/Premiere

Com o terceiro rebaixamento do Botafogo confirmado, as atenções da torcida agora se voltam para o que o clube pretende fazer para reverter este cenário. Neste sentido, o futuro de Eduardo Barroca é uma das principais dúvidas. Sua permanência à frente do time está assegurada apenas até o fim do Brasileiro. Ainda restam quatro rodadas, mas, com a queda já concretizada, o planejamento da próxima temporada virou o foco. O treinador, contudo, evitou tocar no assunto depois da derrota por 1 a 0 para o Sport.

– Desde a chegada do (Eduardo) Freeland (diretor de futebol) a gente vem conversando em dois cenários. Um era a reversão de cenário atual, as melhores escolhas para os jogos finais do Brasileiro. E a outra as escolhas pensando no futuro. Até este momento a gente vem fazendo isso. Então, cabe agora primeiro sentir a dor do que aconteceu hoje, as consequências, reflexão para que o Botafogo dentro de campo consiga de forma digna recuperar um espaço que é seu no protagonismo do futebol brasileiro – despistou o técnico.

Nas duas últimas rodadas do Brasileiro (Sport e Palmeiras), Barroca abriu mão de jogadores que não vinham performando o esperado para apostar nos mais jovens. Foi uma última tentativa de gerar um fato novo que se mostrou válida, tendo em vista a atuação da equipe nas duas partidas. No entanto, ele passou a ser questionado pela demora em ter tomado esta atitude.

– Naturalmente todas as escolhas são para que o time se aproxime dos melhores resultados. Tentamos várias circunstâncias, de várias formas, mas não foi o suficiente para conseguirmos reverter o nosso cenário – afirmou o treinador, que argumenta não ser possível colocar o terceiro rebaixamento do clube na conta de um motivo só.

– Este cenário nunca é por um único motivo. O Botafogo se encontrou nesta situação durante quase todo o campeonato e, neste momento, não adiantaria eu encontrar apenas um único foco. É um dia de dor. Todos aqui estão muito sentidos com o que aconteceu, porque lutamos até onde podíamos para tentar reverter este cenário. Mas não foi possível.

O Botafogo volta a jogar na segunda, contra o Grêmio, no Nilton Santos. Se não há mais chances de permanecer na Série A, a meta que resta é evitar que a campanha atual seja a pior do clube na história do Brasileiro. O aproveitamento de 23,5% só não é pior que o da edição de 1993 (21%).

Fonte: Extra Online

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