VASCO 1 x 0 BOTAFOGO.
E só chamou atenção porque a ausência de um meia cerebral, organizador de jogadas, já servia como indicativo de que o confronto seria de pouco virtuosismo.
E pelos dois lados.
Zé Ricardo sabia que o Botafogo de Jair Ventura teria dificuldades para assumir o controle do jogo e abriu mão da posse de bola.
O time alvinegro, por sua vez, não hesitou em tê-la.
Mas explorou as laterais para fazê-la chegar para o arremate dos atacantes, até exagerando na medida.
Cruzou 31 bolas na área e só conseguiu finalizar seis.
A maioria parou no bloqueio vascaíno com Anderson Martins, Breno, Jean e Wellington mais próximos a Madson e Ramon.
O Vasco foi um “bloco” mais sólido, bem compactado entre os setores, e venceu num contra-ataque, com gol de Nenê de fora da área.
E foi só.
O Botafogo exibiu boa organização e a disposição de sempre, mas faltou lucidez…