A decisão de efetivar Eduardo Hungaro como técnico do Botafogo na volta do clube à Libertadores foi para lá de arriscada. O time, como se viu, foi muito mal na competição. De quebra, conseguiu terminar o torneio com a pior campanha do Alvinegro na história do torneio.

Não satisfeito, o Botafogo terminou o Campeonato Carioca com a sua pior colocação na história da competição. Aliás, é bom que se diga, esta péssima campanha no Estadual aumentou consideravelmente a pressão no Glorioso.

Ou seja, temos aí dois recordes extremamente negativos na conta de Hungaro. Mas é bom que se diga: a culpa não é só dele. A diretoria montou um time limitadíssimo para esta temporada. A saída de jogadores fundamentais, como Seedorf e Rafael Marques, foi imediatamente sentida no campo. O elenco, por sua vez, conseguiu fazer partidas pífias no Estadual e ainda teve atuações apáticas na Libertadores.

As críticas foram se acumulando no curto período em que Hungaro esteve no comando da equipe. Depois de um péssimo Carioca e o fiasco na Libertadores, a saída do treinador era mais do que esperada.

Como gostam de dizer os profissionais do mundo da bola, o Alvinegro não tinha uma ‘proposta de jogo’ clara. Afinal, o que o Botafogo foi fazer na Argentina? Não me pareceu jogar para vencer, tampouco para empatar. Não entendi a postura do time.

Fonte: Blog Ninguém Cala - Lancenet!