Ricardo Gomes, conforme o companheiro Jorge Nicola antecipou, está apalavrado com o São Paulo.
O Botafogo novamente paga pelas promessas não cumpridas.
A diretoria do clube é mesmo muito amadora. Amadora e pouco inteligente. Pouco inteligente e mal-intencionada.
Sim, porque prometeu ao técnico Ricardo Gomes aumento salarial e não cumpriu. Sim, porque foi incapaz de assinar o contrato do treinador, como fora combinado até 2017, e deixou a questão apenas ‘de boca’ esperando o desfecho da temporada 2017.
Ricardo preza pela ética diferente dos homens que comandam o futebol do clube hoje.
O que é dito não é cumprido.
O torcedor já deve estar acostumado.
O presidente bancou a permanência de Willian Arão, disse que Henrique Almeida não deixaria o Botafogo e que Ricardo Gomes será o técnico até 2017.
Essa semana uma fonte de dentro do clube garantiu que Ricardo Gomes não deixaria o clube.
‘Chance zero’, disse ele ao blog.
O presidente errou em todas. Culpar a imprensa é uma estratégia conhecida.
Fato é que Carlos Eduardo Pereira perdeu mais uma.
Achou que Ricardo Gomes fosse tivesse a mesma índole. Errou de novo.
Ricardo tem outra educação.
Para ele vale o que está escrito e como não tem nada escrito optou em trabalhar com gente mais confiável.
A questão não é financeira. Se fala em R$ 500 mil por mês, o dobro que ‘ganhava’ no Botafogo. A questão é moral.