Feliz por ver a torcida do Botafogo abraçando o time de forma a esgotar com mais de 24 horas de antecedência os ingressos esgotados para jogo da manhã deste domingo, contra o Paysandu, no Engenhão.
Posso estar sendo precipitado, mas me parece ser que a chegada de Ricardo Gomes mexeu com a expectativa dos torcedores e renovou a esperança de vermos o Botafogo com um futebol mais envolvente.
E isso é muito bom para o futebol _ em especial o do Rio de Janeiro.
Em duas partidas, o time feito sob medida orçamentária de baixo custo para a disputa da Série B reavivou o espírito alvinegro.
Jefferson, Luís Ricardo, Renan Fonseca, Giaretta, Carleto, Arão, Serginho, Daniel Carvalho, Navarro, Neílton e Luís Henrique…
Encaixou, o Botafogo.
A tendência agora é que consolide a classificação entre os quatro primeiros e o consequente retorno à Séria A.
MEMÓRIA.
E se há ainda poucas coisas que me remetem aos tempos do futebol romântico uma delas, sem dúvida, é essa relação entre os torcedores do Botafogo e seus ídolos do passado.
Gente que não viu Mané, Nílton Santos, Quarentinha, Zagallo e outros tantos mas cultua a idolatria, mitificando-os como eternos guardiões da existência do clube.
Os jogos no Engenhão já possuem uma aura mística, impossível de não se deixar contagiar.
Bonito demais, isso…