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Blog: ‘Não foi nem de perto a melhor atuação. Mas nossos jogadores lutaram até o fim’

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Por FogãoNET

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Arena lotada, time dez dias descansado e um adversário frágil que voltava de uma dura viagem internacional. Panorama perfeito para emendar a sexta vitória seguida no Brasileirão e disparar rumo ao G4. Mas quem achou que isso significaria alguma coisa, certamente não conhece o futebol – e muito menos o Botafogo.

O técnico Jair Ventura optou por lançar todas as suas peças ofensivas de uma vez e começou a partida com 3 atacantes, além do meia Camilo. Com apenas dois volantes e sentindo muito a ausência de Airton, o Glorioso teve sérias dificuldades de rodar a bola e aplicar o seu estilo de jogo – muitas vezes abusando dos chutões e lançamentos longos, algo raro sob o comando do treinador atual.

Ainda assim, o Fogão conseguiu criar várias chances, esbarrando em grande atuação de Wilson – manchada por uma patética cera, praticada pelo Coxa desde o apito inicial. O adversário veio ao Rio para empatar e deve ter comemorado com fogos a igualdade zerada no placar. Jogo sujo digno de um time liderado pelo imundo Juan.

Vitor Silva/SSPress

Vitor Silva/SSPress
Torcida deu um show na Arena e aplaudiu a equipe em reconhecimento pela entrega

Nossa torcida compareceu em peso, fez linda festa durante toda a partida e foi à loucura com os milagres do goleiro deles. Também coube muita reclamação por um pênalti claro não marcado sobre Sassá, que subiria livre para escorar a bola pras redes. Essa foi a chance mais clara do nosso artilheiro, que não recebeu mais nenhuma bola em condições de marcar.

Acostumado a ceder a bola ao adversário para explorar seus erros, o Botafogo não conseguiu impôr seu jogo e pressionar um time que passou os 90 minutos fechado. Não foi nem de perto a nossa melhor atuação, até pela escalação que desmontou nosso padrão de jogo, mas aqui só cabem aplausos. Nossos jogadores lutaram até o fim, superam nossas deficiências jogo após jogo e têm tudo pra garantir uma vaga na Libertadores. Que venha a mulambada!

Notas

Sidão: 7
Fez ótima defesa numa rara chegada do Coritiba e participou da saída de bola durante todo o tempo.

Alemão: 6
Põe tanta raça nas jogadas que acaba sendo afobado em boa parte delas. Precisa dosar melhor ataque e defesa, visto que, em lances perdidos lá na frente, demorava a voltar.

Joel Carli: 7,5
Mais uma ótima partida. Seguro na defesa e hoje arriscou até umas arrancadas para quebrar as linhas adversárias.

Emerson: 6
Alterna lances seguros com vacilos bisonhos, que quase nos custaram gols. No ataque foi bem, quase marcando por duas vezes.

Victor Luis: 8
Ganhou várias bolas na defesa e tentou apoiar durante todo o jogo. É um dos melhores do campeonato na sua posição, se não o melhor.

Rodrigo Lindoso: 5,5
Não conseguiu fazer o time rodar e abusou dos erros em lançamentos e passes longos. Atuação abaixo da sua média.

Bruno Silva: 5,5
Voltou à displicência, errando lances fáceis e ajudando pouco no apoio.

Neílton: 7,5
Foi quem mais brigou lá na frente, tentando tabelas e lances individuais. Seu futebol cresceu muito ao longo da temporada.

Camilo: 6
Apesar de aparecer bem em alguns lances, sua queda de rendimento é notável. O problema não parece ser cansaço, visto que teve 10 dias pra descansar.

Rodrigo Pimpão: 7
De fato, evoluiu bastante. Participou de todos os lances de perigo e tentou se movimentar por todo o campo ofensivo.

Sassá: 6,5
Muita luta e vontade. Sofreu pênalti não marcado. Não recebeu uma boa bola em condições de marcar.

Leandrinho: 5
Entrou mal. Nervoso e afobado. Precisa recuperar o bom futebol que sabemos que tem.

Gervasio Nuñez: 4
Participou efetivamente em três jogadas: caiu sozinho em uma e isolou as outras duas. Jogador pavoroso.

Vinicius Tanque: 4,5
Errou as duas finalizações que tentou. Uma ainda desviou na zaga e ia entrar, mas Wilson salvou. Não é jogador para Série A.

Jairzinho: 6
Seu time até produziu, mas a escolha por três atacantes fez o time perder o comando do meio-campo e ainda desperdiçar uma alteração útil no final. Mantendo Dudu no time, o time teria mais controle e ganhar a entrada de Sassá na 2º etapa. Faz parte, arriscou e não deu muito certo. Além disso, demorou muito para mexer na equipe. Agora é trabalhar para ir com tudo para o clássico do próximo sábado.

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