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Blog:’ O que o Botafogo precisa saber sobre o San Lorenzo, adversário na Liberta’

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Por Renato Zanata Arnos*

Detentor de 15 títulos da Primeira Divisão (três na Era amadora), o San Lorenzo de Almagro, um dos “cinco grandes” do futebol argentino, possui em sua estante troféus internacionais. A Copa Mercosul de 2001, quando venceu o Flamengo na finalíssima e, a Sul-americana de 2002, derrotando na decisão os colombianos do Atlético Nacional. Porém, o time do Papa Francisco ainda não conquistou a cobiçada taça de campeão da Libertadores da América. Motivo pelo qual é alvo de provocações dos seus rivais que costumam brincar com a sigla CASLA (Club Atlético San Lorenzo de Almagro) alterando-a para “Club Atlético Sin (sem) Libertadores de América”.

Depois de levantar o caneco do Torneio Clausura 2007, o San Lorenzo de “El Lobo” Fischer voltou a ser campeão nacional no final do ano passado. O Cuervo conquistou o Torneio Inicial 2013, ano em que também foi vice-campeão da Copa Argentina ao ser batido na final pelo Arsenal de Sarandí. O bom trabalho de Juan Antonio Pizzi fez com que o San Lorenzo perdesse o seu treinador para o Valencia da Espanha.

Reprodução

O técnico Edgardo Bauza, campeão da Libertadores com a LDU em 2008, e Leandro Romagnoli
O técnico Edgardo Bauza, campeão da Libertadores com a LDU em 2008: retorno ao Maracanã

 

Se o clube San Lorenzo de Almagro não conhece o gostinho que tem um título de Copa Libertadores, o seu atual treinador, sim. Edgardo Bauza foi o técnico que conduziu a LDU ao título da Libertadores de 2008, batendo o Fluminense nos pênaltis, dentro de um Maracanã lotado. E em 2010 chegou ao título da Recopa Sul-americana ao derrotar o Estudiantes de La Plata.

O mesmo Bauza que comandou como técnico o também argentino Rosário Central, clube que levou ao vice-campeonato da Copa Conmebol de 1998 e as semifinais da Copa Libertadores 2001. Como zagueiro, ele defendeu o Central entre 1977 e 1982, 1986 e 1989 e em 1992. Por lá, foi duas vezes campeão argentino: em 1980 e na temporada 1986/1987. Na Copa do Mundo de 1990, Bauza fez parte do plantel albiceleste que logrou o segundo lugar na competição. Com relação aos títulos nacionais como técnico, El Patón traz no currículo o Clausura peruano de 2004 dirigindo o Sporting Cristal e os canecos da Série A equatoriana de 2007 e 2010 comandando a LDU.

Contragolpes, uma arma afiada. Bolas aéreas, a debilidade defensiva
Um San Lorenzo que assinalou 29 gols no Torneio Inicial 2013, sendo 11 deles de contragolpes. protagonizados em sua maioria por Ángel Correa, Héctor Villalba, Gonzalo Verón, Martín Cauteruccio e Nacho Piatti, que também foi o autor de quatro gols em arremates de fora da área. Leandro Romagnoli também deixou o dele em chute da intermediária. Piatti, Ortigoza e Fernando Elizari (suplente) efetuaram belas assistências em alguns desses 29 gols. Uma constatação de que os laterais do San Lorenzo não tiveram a mesma importância que os velozes atacantes e os meio-campistas nas produtivas tramas ofensivas da equipe.

Dos 19 gols que levou, ao somarmos os 17 que sofreu no Inicial 2013 com os dois tentos marcados pelo Olimpo na abertura do Torneio Final 2014, o San Lorenzo trouxe na bagagem para o Rio o negativo registro de ter sofrido 11 gols a partir de jogadas de bola aérea. Passes longos pelo alto, escanteios, faltas em dois lances e cruzamentos pelas beiradas da cancha. Para quem tem a disposição um Jorge Wagner, laterais ofensivos como Edílson e Júlio César e o grandalhão El Tanque Ferreyra, esta é uma boa receita para o Glorioso superar o Santo nesta terça-feira.

O goleiro Sebastián Torrico presenteou o Papa Francisco I com o “santo” par de luvas que utilizou para “operar milagres” na campanha do título nacional de 2013. Milagres como aquele do dia 15/12/13, na defesaça que fez no último minuto da “partida do título”(0 a 0 com o Vélez) ao colocar para escanteio um tirambaço do menino Agustín Allione da altura da marca penal.

Reprodução

O goleiro Torrico presenteia o Papa Francisco, torcedor fanático do San Lorenzo de Almagro
O goleiro Torrico presenteia o Papa Francisco, torcedor fanático do San Lorenzo de Almagro

 

Provável escalação para encarar o Botafogo

Se comparado com o time campeão nacional no segundo semestre de 2013, este San Lorenzo de Edgardo Bauza apresenta como uma das suas novidades em 2014 a preferência por Emmanuel Mas na lateral esquerda. O jogador é capaz de agregar mais rapidez, agilidade e ofensividade ao setor do que o ex-titular do posto, Walter Kannemann, a quem Bauza considera melhor aproveitado se escalado como zagueiro.

No gol segue o experiente e muito bom arqueiro Seba “San” Torrico, 33 anos, 1,86 metro, cria do Godoy Cruz. Na campanha vitoriosa do Torneio Inicial 2013, Sebastián Torrico ficou 628 minutos (seis rodadas) sem levar gol, marca que o promoveu ao posto de segundo goleiro da história do San Lorenzo que mais tempo ostentou uma meta invicta. O primeiro posto neste quesito permanece com Oscar Passet que registrou um arco invicto por 731 minutos na década de 90, período em que foi companheiro no San Lorenzo do meia brasileiro Paulo Silas, um dos “Menudos do Morumbi” nos anos 80 e que atualmente exerce a profissão de treinador.

Ocupando a lateral direita do Ciclón está Julio Buffarini. Volante de origem, Buffa tem boa velocidade, dedicação à marcação e fôlego suficiente para seguir como titular do posto. E especificamente sobre a peleja no “New Maracanã”, o ex-jogador do Ferro Carril Oeste declarou: “Va a ser un lindo mano a mano por las bandas (lados do campo). Iremos al ataque desde el primer momento, vamos a buscar los tres puntos en Brasil”.

Bauza ainda não pode contar com o faro de gol de Martín Cauteruccio e a velocidade de Gonzalo Verón, atacantes utilizados por Juan Pizzi em 2013, pois estes se encontram em recuperação da ruptura dos ligamentos cruzados do joelho direito. Vale lembrar que o meia/atacante Alan Ruíz deixou o clube ao ser negociado com o Grêmio no início deste ano.
Antes mesmo de assinar contrato, Bauza pediu que a diretoria do San Lorenzo fosse atrás do atacante Nicolás Blandi.

Reprodução

A  mais provável formação tática do San Lorenzo no cotejo diante do Botafogo, no Maracanã
A mais provável formação tática do San Lorenzo no cotejo diante do Botafogo, no Maracanã

Até a desastrosa estreia no Torneio Final 2014 na última sexta-feira, o ex-jogador do Boca Juniors vinha sendo o preferido de Bauza para compor o ataque com o jovem talentoso e promissor Ángel Correa, vice artilheiro do Cuervo no Torneio Inicial 2013 com quatro gols. Entretanto, o clube acabou de contratar Mauro Matos, experiente centroavante e vice artilheiro do último campeonato argentino ao assinalar nove gols em 19 rodadas disputadas.

Como a dupla Correa e Blandi não se saiu bem na derrota por 2 a 0 para o Olimpo, Matos poderá ser novidade no ataque para a partida diante do Botafogo no Maracanã. O jovem atacante Héctor Villalba, terceiro goleador do time na última competição nacional com 3 tentos assinalados, também está no Rio de Janeiro à disposição de Bauza.

Falando em faro de gol neste San Lorenzo de Almagro, Edgardo Bauza tem a sua disposição a apurada mira do meia Ignacio Piatti, artilheiro do time no Torneio Inicial 2013 com 8 gols e na Copa Argentina do mesmo ano, quando balançou as redes adversárias quatro vezes.

Em virtude do cartão vermelho que tomou na partida contra o River Plate na Copa Sul-americana 2012, o capitão e titular da zaga azul grená, Pablo Alvarado, desfalcará o San Lorenzo nas três primeiras rodadas da Copa Libertadores 2014. O provável substituto de Alvarado é Mauro Cetto, conhecido de Bauza do Rosário Central, embora o colombiano Carlos Valdés, uma indicação do atual treinador a diretoria do clube, já esteja regularizado e apto a jogar.

A dupla de volantes, Juan Mercier e Néstor Ortigoza, é um dos pontos altos do time. Juntos, foram protagonistas no Argentinos Juniors que conquistou o título do Torneio Clausura 2010 sob o comando de Claudio Borghi. Ano em que foram considerados a melhor dupla de volantes do país, mesmo com um Estudiantes de La Plata contando com a parceria Braña e La Brujita Verón. O zagueiro Santiago Gentiletti e o lateral direito Gonzalo Prósperi (suplente), também integraram o time titular daquele Argentinos Juniors 2010.

Voltando ao San Lorenzo 2014, o principal concorrente aos postos de Mercier e Ortigoza é o camisa 8 Enzo Kalinski, meio-campista versátil que especialmente nesta terça-feira substituirá no time titular o meia Leandro Romagnoli, barrado por Bauza. Sinal de respeito à qualidade ofensiva do time carioca e em virtude de um Romagnoli que não vem rendendo tecnicamente tudo o que se espera dele.

Os jovens e promissores meias, Juan Ignacio Cavallaro, 19 anos, e Fernando Elizari, 22 anos, são os nomes que Bauza deverá levar ao banco de reservas como opções para as vagas, principalmente, de Piatti, Kalinski e Ángel Correa. Os prováveis onze nomes que Bauza mandará a campo esta noite são: Torrico; Buffarini, Cetto, Gentiletti e Mas; Kalinski, Mercier, Ortigoza e Piatti; Correa e Blandi.

Sistema tático
O treinador Edgardo Bauza já deixou claro que apesar de ter inicialmente mantido o San Lorenzo distribuído em campo a partir do 4-2-3-1 e do 4-4-2(4-1-3-2) que vislumbramos durante a Era Juan Pizzi, e ainda ter acrescentado o 4-4-1-1 ao repertório de sistemas táticos do Ciclón, ele quer preparar o time para atuar com linha de três atrás (3-4-1-2/3-4-2-1) para os jogos em que for o mandante.

E foi justamente pensando nesta nova possibilidade tática que Bauza pediu a contratação do zagueiro colombiano Carlos Valdés, ex-Independiente de Santa Fe: “Quando fomos campeões na Liga de Quito (LDU) jogávamos em casa com linha de três defensores e um enganche (meia de criação), mas quando íamos jogar de visitante colocávamos duas linhas de quatro e priorizávamos os contragolpes. A equipe tem que estar preparada para jogar com diversos sistemas. A quero compacta para que possamos recuperar a bola o mais rápido possível”, disse Bauza, que na pré-temporada testou a equipe com o meia Romagnoli atuando pela faixa central do gramado (como enganche, sua posição de origem) e não apenas pelos lados do campo.

Dentro do 4-4-2 Ángel Correa tem como incumbência tática se movimentar intensamente pelo setor de ataque, aparecendo tanto pelos lados do campo, como por dentro, entre a dupla de zaga adversária. Bauza vem testando os defensores Fabricio Fontannini e Walter Kannemann no posto de volante central para que seu time possa apresentar mais uma opção para liberar o avanço dos laterais ao formar uma linha de três zagueiros no transcorrer de uma trama ofensiva.

“Ele nos quer atacando pelos lados do campo. Com Pizzi eu joguei mais pelo lado direito e com Bauza vou jogar mais como enganche. Na frente do volante central e um pouco mais recuado que o nosso centroavante, que poderá ser Blandi ou Villalba. Estamos trabalhando nisso. É uma posição que conheço, me sinto cômodo, pois joguei muito tempo ali”, resumiu Leandro Romagnoli.

Quando Juan Antonio Pizzi optava pelo 4-2-3-1 com variação para o 4-4-2 (4-1-3-2), tínhamos um Romagnoli atuando a partir do lado direito da segunda linha de quatro e Ignacio Piatti pelo lado esquerdo, jogador que ajuda muito na marcação pelo seu setor. Os dois tinham liberdade tática para inverter o posicionamento e buscar a faixa central do campo ofensivo para priorizar o jogo associado, as tramas compactas.

Como o próprio treinador já indicou: um 4-4-2 com preferência pelos contragolpes, ou seja, mais preparado para dar o bote do que para propor o jogo, deverá ser a tônica deste San Lorenzo de Edgardo Bauza diante do Botafogo na partida de logo mais.

A novidade de última hora é a barração do meia Leandro Romagnoli. Por declarado respeito ao Botafogo de Eduardo Hungaro, o técnido do Cuervo resolveu sacar do time titular o seu camisa 10 e escalar o volante Enzo Kalinski: “No era o que preferíamos, mas estávamos seguros que seria esta equipe. Vai ser complicado”, declarou Bauza, logo após o Botafogo garantir vaga na fase de grupos ao golear os equatorianos do Deportivo Quito por 4 a 0.

Dentro da proposta tática indicada por Bauza, a opção por Kalinski ao mesmo tempo que dá ao time uma maior capacidade para recuperar a pelota no setor de meia cancha, deverá permitir que Nacho Piatti participe dos contragolpes podendo percorrer mais vezes outros setores do campo ofensivo, sem ficar muito preso ao lado esquerdo.

Além do potente arremate do jovem meio-campista Leandro “El Bomba” Navarro, o Glorioso deve estar atento para a qualidade na bola parada de outros nomes como Piatti e Romagnoli (começa no banco), tanto em cobranças que visam diretamente o arco, como também em jogadas de dois lances buscando na grande área os centroavantes Nicolás Blandi e Mauro Matos (inicia na reserva) e os zagueiros Gentiletti e Cetto. Provável San Lorenzo para encarar o Botafogo no Maracanã, distribuído em campo a partir do 4-4-2 que Bauza indicou ser o seu sistema tático favorito para jogos na condição de visitante:

Estreia com derrota no campeonato argentino
Na última sexta-feira, ao estrear no Torneio Final 2014, o San Lorenzo perdeu fora de casa para o Olimpo pelo placar de 2 a 0. O 4-4-2(4-1-3-2) implantado por Bauza apresentou um distanciamento flagrante na maior parte da peleja entre Romagnoli e Piatti, que praticamente atuaram presos aos seus posicionamentos de referência (lados do campo). Postura tática esta que não foi comum sob o comando de Pizzi durante a campanha do título nacional no segundo semestre de 2013.

Somente na segunda etapa (sem levar perigo à meta adversária) é que o camisa 28 Ignacio Piatti buscou se deslocar em direção a faixa central do gramado para se aproximar de Leandro Romagnoli, o seu parceiro de ações criativas. Embora menos produtivo, Romagnoli também passou a procurar mais o miolo do campo nos últimos 45 minutos.

A noite pouco inspirada não só do DT Bauza, mas também, de Romagnoli, Piatti, Correa e Blandi, além da crônica dificuldade que a da dupla de zaga Pablo Alvarado e Santiago Gentiletti segue apresentando diante das bolas aéreas adversárias, contribuíram para a derrota em Bahía Blanca.

O atual técnico do time do Papa Francisco vem enfatizando que o seu San Lorenzo deve explorar bastante as beiradas da cancha. Pois é, o efeito prático desta proposta foi uma segunda linha de quatro previsível, exageradamente presa a tal tarefa tática, principalmente no primeiro tempo, e sem apresentar bom jogo pelas beiradas da cancha.

Faltaram tramas ofensivas compactas entre os seus dois meias e o volante Ortigoza, responsável por capitanear a transição da equipe pelo centro do campo, o que deixou órfãos de tabelas e triangulações os dois homens de frente, Ángel Correa e Nicolás Blandi. Na segunda etapa o San Lorenzo até conseguiu gerar mais jogo coletivo, fazer a bola rodar o campo defensivo aurinegro, mas faltou o passe agudo, vertical, faltou colocar os atacantes na cara do gol e arremates da intermediária.

Quanto aos dois laterais, Buffarini foi presença mais efetiva no campo contrário do que o lateral esquerdo Emmanuel Mas, justamente o nome escolhido por Bauza para gerar profundidade por aquele setor. Em resumo, o San Lorenzo da última sexta-feira em Bahía Blanca foi mais compacto sem a bola do que de posse dela, o que prejudicou a clara proposta de ceder terreno aos donos da casa até o grande círculo central para apostar em seus contragolpes rápidos. Contexto tático este que os comandados de Bauza deverão buscar lograr êxito no Maracanã nesta terça-feira.

E nunca é demais ressaltar que a defesa azul grená voltou a mostrar vulnerabilidade nas bolas altas adversárias. Já pecava neste quesito mesmo na campanha do título de 2013 e começou 2014 apresentando a mesma dificuldade para lidar com o jogo aéreo e as bolas paradas dos seus rivais.
Confira todos os gols marcados pelo meia Ignacio Piatti em 2013

Os 29 gols assinalados pelo San Lorenzo no título nacional de 2013

Vídeo motivacional que o elenco assistiu antes da partida que deu ao San Lorenzo o título do Torneio Inicial 2013

Confira o resumo da vitoriosa campanha do CASLA no último campeonato argentino

5 grandes da Argentina – Este termo ganhou destaque em 1937, quando Boca Juniors, River Plate, Racing Club, Independiente e San Lorenzo de Almagro passaram a ter um poder maior de decisão dentro da AFA (Asociación del Fútbol Argentino). O voto destes cinco clubes passou a ter peso 3 por serem clubes que possuíam mais de 15 mil sócios; por registrarem participações em torneios oficiais por 20 anos consecutivos e por ostentarem ao menos 2 títulos da Primeira Divisão na estante.
Ciclón (Ciclone) – O termo “El Ciclón” foi utilizado à primeira vez em 1932 pelo jornalista Hugo Marini, nos comentários em que se referia ao poderoso ataque do San Lorenzo, implacável com seus adversários ao colecionar várias vitórias por goleada.
Cuervos (Corvos) – Uma alusão à vestimenta negra dos padres, pois a origem do nome San Lorenzo está diretamente relacionada a uma homenagem a Lorenzo Massa, padre que abriu as portas do Oratório de San Antonio no bairro de Almagro para que jovens da região pudessem jogar futebol livres dos inconvenientes que vinham enfrentando ao praticá-lo nas ruas, entre os carros.

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