Demorou, mas não teve jeito.
Willian Arão está oficialmente fora e livre do Botafogo.
O presidente Carlos Eduardo Pereira, que bancou a permanência do jogador, ficou mal na fita. O dirigente, talvez entusiasmado pelo primeiro mandato e mal orientado, acabou se expondo desnecessariamente e foi desmentido publicamente pela justiça.
Duro golpe.
É ruim, mas fica a lição.
Há mais de 1 mês o blog bancava. O presidente rebateu e fez questão de desmentir a reportagem.
O tempo e a justiça responderam ao Botafogo.
O torcedor, diferente do que imagina Carlos Eduardo Pereira, queria ver Arão pelas costas.
Não adianta dizer que a briga não terminou, afirmar que vai brigar judicialmente e que Arão venceu apenas o primeiro round.
Bobagem. Nota oficial também não funciona.
Arão riu por último. Fato.
Arão só não será jogador do Flamengo se o rubro-negro desistir do negócio.
Enquanto isso o Botafogo vai sonhando em tirar R$ 20 milhões do jogador. Aí o presidente acorda e lembra que vive no Brasil, onde a palavra vale pouco ou quase nada.