Ministro do futebol do Botafogo, Carlos Alberto Torres tem papel importante para a próxima temporada. Após indicar o nome de René Simões para o comando técnico do Alvinegro em 2015, o eterno capitão do tricampeonato mundial com a seleção brasileira tem a missão de fechar também com o gerente de futebol.

O problema é que Carlos Alberto Torres está demorando a indicar uma pessoa e o Botafogo já é o único time do Rio de Janeiro que não conta com um profissional no setor. Flamengo contratou Rodrigo Caetano, que estava no Vasco. O Cruzmaltino, por sua vez, buscou Paulo Angioni no Fluminense. O Tricolor agiu rapidamente e promoveu Fernando Simone, que era o gerente geral das categorias de base. Já o Alvinegro…

Tudo começou no dia 10 de dezembro, quando o Botafogo anunciou o desligamento de Wilsson Gottardo. Quase duas semanas depois, a diretoria ainda não apresentou uma novidade. Anderson Barros, que já trabalhou no clube, foi especulado, mas descartado por ter imagem desgastada junto à torcida.

Enquanto Carlos Alberto Torres não se mexe, outros colaboradores tetam resolver a situação. E assim surgiu o nome de Túlio Lustosa, volante que disputou a Série B em 2003 e tem muita identificação com o Botafogo. O vice de futebol, Antônio Carlos Mantuano, vetou sua chegada para que não passasse por cima do Capita, criando um clima ruim entre as partes.

O fato é que o Botafogo permanece sem um diretor de futebol, o que prejudica o planejamento para a próxima temporada, que será de vital importância para o clube. Por esse motivo, o futebol, até o momento, tem sido o ponto negativo da administração de Carlos Eduardo Pereira, que tem conseguido avanços consideráveis fora das quatro linhas – quitação de dívida com a Timemania e volta ao Ato Trabalhista.

Fonte: UOL