​Se na temporada passada a classificação do Botafogo para a Libertadores foi encarada de forma surpreendente, desta vez a história é outra. Em cerca de um ano e após boas campanhas na Copa do Brasil e na Libertadores, a equipe comandada por Jair Ventura passou a ser olhada de outra forma e deixou de ser “patinho feito”. É desta maneira também que o capitão Carli analisa a situação do clube. Sem fugir da responsabilidade, o argentino garantiu luta e obrigação por uma vaga no G-6.

“Sem dúvidas (obrigação de classificação para a Libertadores). Times grandes têm obrigação de fazer boas campanhas e a gente tem obrigação de brigar pela Libertadores”, disse.

A obsessão por conseguir voltar para a Libertadores foi oficializada em um pacto entre os jogadores e o técnico Jair Ventura, após a eliminação para o Grêmio, na última quarta-feira (20). Pela maneira que foi, com o Botafogo tendo boas chances de vencer a partida, o grupo ficou com “gosto de quero mais”.

“O Botafogo fez um jogo equilibrado aqui (empate sem gols no Nilton Santos). Lá (Arena do Grêmio) fizemos um primeiro tempo muito superior. No segundo tempo, por um detalhe, ficamos fora. Quando se ganha todo mundo apoia, mas perder e ganhar o apoio do torcedor fica o conforto porque tentamos, trabalhamos e honramos a camisa. Isso foi o principal na Libertadores. Esse grupo é um família e honrou a camisa do Botafogo. Queremos mais. Queremos a revanche porque ficamos com a sensação que podemos ir mais longe”, completou.

O Botafogo é o sexto colocado do Campeonato Brasileiro com 36 pontos, empatado com o Cruzeiro (6º) e levando desvantagem apenas no saldo de gols. Para esquecer a eliminação e entrar de vez na briga pela parte de cima, o Alvinegro encara o Coritiba neste domingo (24), às 16h (de Brasília), no Couto Pereira, pela 25ª rodada.

Fonte: Esporte Interativo