O Botafogo não vai se pronunciar sobre a prisão de Jobson, detido na manhã desta quinta-feira, em Tocantins, sob a acusação de estupro. A posição do clube foi motivada pelo fato de desde o dia 24 de junho de 2015 não ter mais qualquer tipo de vínculo com o atleta.

No Botafogo, Jobson colecionou confusões, desde que chegou em 2009. Naquele ano, o jogador realizou 13 partidas e marcou quatro gols, que foram decisivos para impedir que o clube caísse para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Mas ainda em 2009, na reta final do Nacional, Jobson foi flagrado pela primeira vez em um exame de doping, por uso de cocaína. A suspensou durou até julho de 2015, quando o Botafogo, que sempre apoiou o atleta, assinou um contrato com duração de cinco anos.

No período do segundo vínculo, Jobson atuou por 51 partidas e marcou 13 gols. Sem obter um bom desempenho, começou a ser emprestado pelo Alvinegro e passou por um total de cinco clubes: Atlético-MG, Bahia, Barueri e São Caetano, até terminar no Al Ittihad, da Arábia Saudita.

E foi pela equipe saudita que, supostamente, Jobson teria se negado a se submeter a um novo exame de doping, em 2014. Julgado, o jogador foi considerado culpado e recebeu uma suspensão que vai vigorar até 31 de março de 2018.

Na manhã desta quinta-feira, Jobson foi preso, a pedido da Justiça de Conceição do Araguaia, no Sudeste do Pará, em sua chácara em Couto Magalhães, em Tocantins, acusado do estupro de quatro adolescentes. As menores têm idades entre 12 e 14 anos, de acordo com o delegado Rodrigo da Motta, da Polícia Civil de Tocantins.

Fonte: Extra Online