Com a demissão de Ricardo Gomes, o Botafogo promoveu Jair Ventura, eleito meses depois o técnico revelação do Campeonato Brasileiro. Daí em diante, o Alvinegro se consolidou por revelar nomes de técnicos para o mercado da bola. O problema é que nem sempre o clube tem sabido aproveitá-los da melhor maneira.

Pelo contrário. Em regra o que tem ocorrido é que o Botafogo tem desenvolvido os profissionais em sua categoria de base e na hora de aproveitar no futebol profissional acaba perdendo para clubes rivais. Foi o que ocorreu com Eduardo Barroca e Felipe Lucena.

Em contrapartida, o Botafogo promoveu, após Jair Ventura, Felipe Conceição, justamente quem não era tão comentado no mercado e que teve passagem traumática pelo profissional após ser eliminado ainda na primeira fase da Copa do Brasil após derrota para a Aparecidense-GO.

O nome da vez era Eduardo Barroca, que fazia grande trabalho no sub-20 há algumas temporadas e agradava em cheio a torcida. Após aguarda sua chance e ver outros nomes passarem sua frente, o profissional decidiu aceitar proposta do Corinthians. Ele segue nas categorias de base, mas tem um projeto para os profissionais em alguns anos.

Seu sucessor no Botafogo foi Felipe Lucena. Destaque com o time sub-17 ele havia sido recém-promovido ao sub-20, mas preferiu o desafio de ser auxiliar de Maurício Barbieri no Goiás. O Alvinegro, portanto, perdeu o segundo nome de valor no mercado para rivais.

Fonte: UOL