O Botafogo iniciou os trabalhos no mercado da bola e abriu negociação com Felipe Vizeu, da Udinese, que defendeu o Grêmio na última temporada. O centroavante revelado pelo Flamengo é a prioridade da diretoria para vestir a camisa 9, mas essa situação nem sempre foi assim. Antes, os dirigentes sondaram Everaldo, da Chape, e deixaram a possibilidade da contratação de Nicolas Blandi, do San Lorenzo, de lado — há um documento que dá preferência ao clube de General Severiano, que quase o contratou em agosto.

Um dos destaques da última edição do Campeonato Brasileiro pela Chapecoense, Everaldo era a opção que mais agradava ao Botafogo. O atacante, porém, pertence ao Querétaro, do México, que pediu 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 6,8 milhões) para liberá-lo. Diante da situação, o Alvinegro, que queria o empréstimo e não contratação definitiva, desistiu de levar o interesse adiante.

Além de Everaldo, a diretoria de transição também poderia retomar a negociação com Nicolas Blandi. O argentino chegou a fechar com o Botafogo durante a disputa do último Brasileiro, mas não houve tempo para registro na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a tempo e tudo foi cancelado.

Mesmo assim, havia um documento que dava preferência ao Botafogo para realizar a contratação com o centroavante do San Lorenzo. O problema é que o futebol, agora, tem sido gerido por Carlos Augusto Montenegro e outros dirigentes que consideraram caro o salário de R$ 450 mil. Justamente por isso, Blandi foi deixado de lado. Pelo menos nestes moldes.

Assim, o Botafogo chegou até o nome de Felipe Vizeu, que recebe os mesmos R$ 450 mil na Itália. O Alvinegro já fez uma proposta: empréstimo até o fim de 2020, mas pagando apenas metade dos vencimentos. Ainda não houve resposta da Udinese, o que pode ocorrer ainda nessa próxima semana.

Fonte: UOL