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Torcedor do Botafogo faz pintura de Honda como extraterrestre: ‘Será que ele consegue levar o clube até as galáxias?’

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Torcedor do Botafogo, Bruno Saldanha faz desenho de Keisuke Honda como extraterrestre
Reprodução

Ainda que recém chegado ao clube e com menos de uma dezena de apresentações em campo, o japonês Keisuke Honda já caiu nas graças da torcida do Botafogo; prova disso é o sucesso de vendas que a camisa 4 do meio campista se tornou. Para além de uniformes personalizados e copos impressos com a foto e assinatura do jogador, botafoguense Bruno Saldanha, de 30 anos, retratou Honda de uma forma um tanto quanto particular: como extraterrestre.

Formado em jornalismo, Bruno tem a pintura como um passatempo; sobretudo, durante o período de isolamento social.

— Eu estava sem que mais inventar pra fazer nessa minha quarentena e eu estava com duas telas aqui limpas pra pintar. Do nada veio a ideia de pintar o Honda. E eu gosto muito desse estilo de pintura que coloca cores impossíveis em seres humanos. Como o Honda joga no Japão e o Japão joga de azul, achei que poderia ser muito boa escolha, mas pensei: vai ficar parecendo um avatar, um extraterrestre. Lembrei que na Copa da Coreia e do Japão, os mascotes eram 3 ETs, o que me deu a ideia de fazê-lo exatamente como um ser vindo do espaço. Já tinha terminado o desenho quando resolvi incrementar com a tinta jogada na tela pra dar ideia de galáxias, constelações em torno dele — disse o artista.

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Bruno confessa que não era muito ligado na carreira do japonês antes de sua chegada no Rio. Inclusive, acha que ele, enquanto jogador, sobretudo pela pausa que sofreu o futebol em decorrência da pandemia, Honda ainda não teve oportunidade de mostrar a que veio. Segundo ele, o posicionamento e modo de jogo do atleta são pontos que o cativam. No entanto, diz esperar a materialização de boas atuações com a camisa alvinegra para se dizer um admirador do camisa 4.

— Confesso que não era um fã inveterado do Honda antes de ele vir. Na realidade, não é que eu seja um fã do Honda, mas ele o futebol dele e seu jeito de jogar me agradam. Não tenho a ilusão que ele seja um supra-sumo da técnica, mas é bom jogador e, pra padrões brasileiros, ele se destaca por ter um estilo diferente e, por vezes, meio misterioso, de jogar. Um bom exemplo é uma enfiada de bola que ele dá pro Nazário no jogo contra o Fluminense, algo que ninguém esperava. Pena o Nazário ter acertado a trave. Mas realmente ele joga bem. Inclusive, tem sido importante no desafogo do time, comportando-se como uma válvula de escape entre a defesa e o ataque — comentou Saldanha.

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Apesar de desejoso em ver seu retratado atuando, Bruno usa de cautela, quando o assunto é a volta à ida aos estádios e toda aglomeração consequente, em períodos de Covid-19.

— Não garanto que eu vá exatamente quando houver permissão, porque algumas permissões foram dadas, no meu modo de ver, de forma totalmente sem noção, se analisado o momento que vivemos. Mas, certamente, assim que me sentir seguro para voltar ao estádio, eu voltarei — afirmou ele.

Fonte: Extra Online

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