A nova diretoria ainda não conseguiu colher os louros das vitórias conseguidas fora de campo. Apesar de ter retornado ao Ato Trabalhista, o Botafogo segue sem acesso às receitas bloqueadas e os salários completaram dois meses de atraso. A expectativa do presidente Carlos Eduardo Pereira é resolver a situação até o fim do mês.

A burocracia é a grande inimiga da nova gestão. Perto do Natal, o Alvinegro conseguiu ser reinserido ao Ato Trabalhista, mas até hoje não viu a cor do dinheiro referente às penhoras. O objetivo é utilizar as cotas de direitos de transmissão para pagar o mês de dezembro e o 13º a jogadores e funcionários.

Nos bastidores do clube, já há insatisfação, principalmente por conta do acerto para a permanência de Jefferson. O goleiro tem o maior salário do elenco e ainda fez um acordo para receber, parceladamente, cerca de R$ 2,5 milhões referentes a atrasos deixados pela antiga diretoria.

Carlos Eduardo Pereira acredita que, dentro de uma semana, o Botafogo voltará a ter acesso às receitas e efetuará os pagamentos. Em dezembro, ele conseguiu pagar dívida de R$ 1,3 milhão com a Timemania, fato que influenciou no retorno ao Ato Trabalhista.

Fonte: O Dia Online