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Candidato quer inteligência e coerência para montar times competitivos no Botafogo: ‘Não adianta trazer Cristiano Ronaldo e Messi e não pagar’

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Por FogãoNET

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Alessandro Pereira, vice-presidente executivo do Botafogo
Reprodução/YouTube

Uma das grandes preocupações da torcida do Botafogo com a eleição marcada para o próximo dia 24 de novembro é como será a montagem dos próximos times. Sem recursos para investir e com grave situação financeira, o clube precisa reconquistar a torcida e ser campeão de torneios importantes.

Em entrevista ao site “GE”, o candidato Alessandro Leite falou sobre o assunto.

– Essa questão de montar um time competitivo eu considero algo que não possamos mensurar, não existe fórmula mágica. Em 95, quando ganhamos o título, poucos acreditavam que aquele time pudesse ser campeão brasileiro. Tínhamos problemas de atrasos de salários, mas o time teve entrega, deu liga, o elenco foi formado não com o melhor que existia no Brasil e não para ser campeão brasileiro.

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– Foi montado um time para disputar o Campeonato Brasileiro e ultrapassou as expectativas, deu certo e atingiu muito mais que o objetivo que foi traçado. Mesmo com advento de S/A, mesmo que o clube consiga amanhã R$ 200, R$ 300, R$ 500 milhões, obviamente você consegue montar um time nominalmente competitivo e que possa trazer títulos de expressão. Embora eu não goste desse termo, acho que todo título é de expressão, não menosprezo, por exemplo, o Campeonato Carioca. Mas devemos buscar também títulos com mais visibilidade, que seriam Brasileiro, Copa do Brasil, Sul-Americana, Libertadores.

– Acho que, mesmo com pouco dinheiro, se tivermos inteligência e coerência na hora de fazer as contratações e com os pés no chão a fim de mantermos uma gestão responsável, com atletas e funcionários do futebol com a mínima condição de mostrar seu trabalho, a nossa chance de título aumenta. Acho que não adianta trazer o Cristiano Ronaldo e o Messi e não pagá-los.

– Qualquer clube que tenha o futebol inserido nele, os títulos fazem parte do mecanismo, então a roda do título está girando e faz aumentar torcida, captação, interesse do investidor, o próprio torcedor fica mais empolgado e pode aderir aos planos de sócios, enfim, abre-se um leque grande quando se tem um time mais competitivo e que dê alegrias. Mas tudo isso tem que ser feito com muita responsabilidade com o orçamento, e entendo que isso passe muito pelo setor de inteligência.

Novo vice de futebol

Alessandro Leite tem a expectativa de confirmar um novo vice-presidente de futebol para a sua chapa, caso eleita. Ele já tem o nome, mas não divulgou ainda.

– No tocante ao futebol, nós fizemos um convite para um nome que entendemos que possa nos ajudar na vice-presidência de futebol pelo menos até que a S/A saia efetivamente do papel. Estamos aguardando e prefiro nesse momento nem divulgar, porque não gostaria de pressioná-lo. Ele já está sofrendo pressão pessoal em doses homeopáticas, três vezes ao dia Jorge (Magdaleno) e eu vamos revezando e ligando, mandando mensagem. A partir do momento em que definirmos a vice-presidência iremos fazer o restante da pasta, com a participação dele. Entendemos também que não adianta nomear o vice-presidente e já entregar a ele o pacote completo, o melhor é deixar que ele participe conosco das escolhas – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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