Interditado de maneira polêmica em março de 2013, o Engenhão até hoje não retornou ao Botafogo. A previsão é de que a reabertura seja em novembro deste ano. Criticado pela postura passiva durante o período, o presidente Mauricio Assumpção falou sobre o caso no programa “Bola da Vez”, da “ESPN Brasil”.

– Falaram que foi tímida por eu ser filiado ao PMDB, partido do prefeito e governador, disseram que eu ia me candidatar, o que não fiz. A pprimeira coisa que fizemos foi esperar o laudo do por que da desgraça. O prefeito me ligou e disse que havia o laudo com o risco. Antes, tinha relatórios periódicos. O resultado final do laudo foi que havia riscos, ele disse que não ia brincar com isso. Nem eu brincaria. O segundo momento era, se não posso usar o estádio, não quero pagar as despesas. Quando chegamos, eram de R$ 700 mil. Melhorou estacionamento, camarotes, bares e restaurantes, estava reformando tribuna de imprensa e vestiário, sala de imprensa. Aprendemos a lidar com um estádio. Mas se não o tinha, não podia pagar essa conta mensal, mesmo tendo diminuído para R$ 350 / R$ 400 mil reais por mês. A Prefeitura assumiu essa manutenção. Só pedimos para manter o nosso Centro de Treinamento, toda a nossa logística. Senão seria uma despesa útil. Outro passo era entender como era o processo e o que nos permitia. Contratamos um escritório terceirizado, que fez um levantamento de quanto poderíamos receber. O Botafogo entrará com uma ação, essa semana deve decidir quanto e contra. Mas o próprio consultório nos explicou que não adianta só o Botafogo dizer o quanto pode receber, precisa provar com auditoria externa, o que tivemos que contratar. Hoje sabemos o caminho a seguir e estamos embasados. Contra quem e de que forma essa semana vamos definir – explicou.

Fonte: Redação FogãoNET