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Colunista questiona decisão do Botafogo de não ter gerente profissional no futebol

Por: FogãoNET

A volta do Botafogo ao ato trabalhista é, administrativa e financeiramente, um passo importante no processo de reconstrução do departamento de futebol do clube.

Mas não é tudo.

A falta de um nome de mercado para o gerenciamento da pasta caminha no sentido oposto da modernidade em termos de governança esportiva.

E neste particular temo que o presidente Carlos Eduardo Pereira, recém-eleito, queime a largada de um mandato importantíssimo para retorno à Série A.

A manutenção do advogado Anibal Rouxinol na gerência executiva não se mostrou eficiente na gestão de Maurício Assumpção e a criação de um Conselho Diretor para as questões do futebol é pomposa, mas na prática emperra as ações.

Este modelo é que tem obtido os melhores resultados no futebol brasileiro. Devolver o planejamento a dirigentes amadores ou entregar tarefas executivas ao treinador é um passo atrás.

Não acredito que o Botafogo sustente este perfil de governança por muito tempo.

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