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Crise vira especialidade no Botafogo: ‘Tem sido especialista em solucionar’

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Crise é palavra que não cai em desuso no Botafogo. Atrasos salariais, atletas dispensados, lesões, luta contra o rebaixamento… Mas os jogadores não desanimam e mostram otimismo, apesar dos 33 pontos na tabela e da 17ª posição no Campeonato Brasileiro. Com elenco experiente e moldado em meio a inúmeras adversidades, o grupo virou ‘expert’ em resolver problemas e promete não esmorecer na reta final.

“O Botafogo tem sido especialista em solucionar problemas. Com tudo o que aconteceu, se fôssemos nos apegar a esses problemas, já teríamos entregado os pontos. Isso é o que nos motiva todos os dias”, declarou Carlos Alberto. “Só dependemos de nós, e hoje não há nada que possa nos desanimar. Estamos focados no objetivo e vamos buscar a vitória para sair dessa situação”, frisou o meia, sem jogar a toalha.

Alvo de críticas de torcedores pela pouca participação na temporada, o meia se defende e argumenta que as muitas lesões o atrapalharam. Após sua boa atuação na vitória de 2 a 1 sobre o Flamengo, em Manaus, o jogador rebateu a incômoda fama: “Chinelinho é um mito que criaram. Quem está no departamento médico é quem mais trabalha e passa mais horas no clube. Eu até evito ir de chinelo para o campo, sempre vou de tênis”, disse Carlos Alberto, que disputou somente 10 jogos num período de seis meses.

Com o ambiente mais ameno, os jogadores realizaram atividade física na parte da manhã, no Engenhão. Mas, como no Botafogo atual a alegria não costuma durar, à tarde veio a preocupação: Wallyson sofreu entorse no tornozelo direito ao escorregar num treino de finalizações e deixou o campo carregado. O atacante foi retirado do gramado por integrantes da comissão técnica, sendo colocado, em seguida, numa Kombi do clube e levado ao departamento médico. Wallyson está fazendo tratamento intensivo e será reavaliado hoje para saber se terá condições de enfrentar o líder Cruzeiro, domingo, no Mineirão.

Engenhão passará por outra fase de obras

Fechado desde março do ano passado em razão de reparos na cobertura, o Engenhão passará por mais uma reforma para receber as competições de atletismo dos Jogos Olímpicos de 2016. O edital de licitação foi lançado pela RioUrbe (Empresa Municipal de Urbanização). O teto estabelecido pela Prefeitura do Rio para as obras é de R$ 52,3 milhões. O Engenhão vai ganhar arquibancadas provisórias, nos setores norte e sul, para 15 mil pessoas, além de passar por reparos na pista de atletismo. As obras devem durar aproximadamente um ano, e o estádio não será fechado durante o período. O custo total será bancado pelo município.

A construtora Odebrecht, responsável pela obra para os Jogos Pan-Americanos de 2007 e que hoje trabalha na reforma da cobertura, negocia agora com a diretoria do Botafogo uma participação também na gestão do estádio. Atual gestor do Engenhão, que custou R$ 380 milhões aos cofres públicos, o clube já se reuniu com a empresa e estuda a proposta de administração compartilhada. No entanto, ainda não há decisão a respeito.

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