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Defesa alega que Marcinho temeu linchamento; advogado das vítimas diz que jogador ainda não prestou auxílio

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Carro do jogador Marcinho, do Botafogo, envolvido em acidente no Recreio dos Bandeirantes
Divulgação

O depoimento dado nesta segunda-feira por Marcinho, ex-jogador do Botafogo, e seu pai Sérgio Lemos na 42ª delegacia da Polícia Civil, no Recreio dos Bandeirantes, confirmou que o lateral era o motorista que atropelou um casal na última quarta-feira. Alexandre Silva de Lima morreu e Maria José Cristina Soares quebrou as duas pernas.

O delegado Alan Luxardo afirmou à imprensa que Marcinho fugiu do local do acidente, o que configura uma situação grave. Na versão da defesa, o jogador estava a 60 km/h, não havia consumido álcool e tentou desviar do casal. O advogado Gabriel Habib explicou por que Marcinho não parou para prestar socorro.

– O Márcio é uma pessoa pública, recebe ameaças pela torcida do Botafogo. Ele ficou com medo de ser linchado porque as pessoas estavam juntando no local – alegou Gabriel Habib.

Em nota na última semana, Marcinho e sua família disseram estar prestando suporte necessário aos envolvidos. Porém, Márcio Albuquerque, advogado das vítimas, nega.

– A gente acompanhou o depoimento do jogador Marcinho, ele passou a versão dele do caso. O doutor Alan vai ouvir outras testemunhas, ainda tem prova pericial. Vai bater ou não com a versão do jogador. É da cabeça de cada um se concorda com a versão ou não, quem vai decidir é a Justiça. A Promotoria e a Justiça vão analisar porque não se apresentou no dia ou no dia seguinte. Para a família é difícil. Então vamos aguardar. O advogado deles disse que estão prestando auxílio, e isso não é verdade. Até agora nenhum auxílio foi prestado. Ele fugiu do local. É difícil aceitar isso. Vamos aguardar, a delegacia está levantando tudo – afirmou Márcio Albuquerque.

Fonte: Redação FogãoNET

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