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Dirigente explica saída de Barroca e imagina Chamusca por 4 anos no Botafogo

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Por FogãoNET

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Vinicius Assumpção, vice-presidente geral do Botafogo
Reprodução/Canal do TF

Vice-presidente geral do Botafogo, Vinicius Assumpção explicou em entrevista ao “Canal do TF” os motivos pelos quais a diretoria optou por mudança no comando do futebol. O presidente Durcesio Mello anteriormente chegou a comentar que gostaria de manter Eduardo Barroca por quatro anos, mas o treinador acabou demitido após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, assim como o então gerente de futebol Túlio Lustosa.

– A pressão foi grande e seguramos o Barroca. Tanto ele quanto Túlio foram importantes no processo. Não sou daqueles que jogam tudo que fizeram no lixo. São grandes profissionais. Vi o esforço do Barroca em tentar soluções para evitar o rebaixamento. Botar a culpa nele é simplório demais. O principal culpado foi o modelo de gestão desses anos todos, que culminou no terceiro vexame. Espero que jamais tenhamos isso – afirmou Vinicius Assumpção.

– Tenho só a agradecer, foram corretos e francos. Na hora da despedida do Túlio, ele disse que já esperava, mas que estava de coração partido por ser botafoguense e ter feito de tudo para reverter a situação, mas o próprio elenco já tinha entregue. Assim que foi sacramentado, fizemos avaliação, houve possibilidade da continuidade, mas iria trazer tensionamento no processo. Precisávamos ter mais tranquilidade. Tomamos decisão madura ao lado do (Eduardo) Freeland, com paciência e cuidado, com cuidado para não errar, porque não temos margem para erro – explicou o dirigente.

O vice-presidente imagina manter Marcelo Chamusca como técnico durante toda a gestão.

Chamusca caiu bem na torcida. Ela tem que compreender que não dá para fazer coisas só para agradar a torcida. Tem todo um estudo, tem um departamento sendo remodelado, ainda em curso, dando condições dignas para ter desempenho satisfatório na Série B, de cumprir o objetivo de subir. Chamusca é um bom treinador e vai evoluir junto com o Botafogo. Se tiver evolução e nós também, que possamos continuar juntos os quatro anos. Por que não? O Freeland não tem experiência no profissional, mas tem experiência de gestão. Não é uma aposta, é uma ideia de sairmos juntos nesse crescimento – completou.

Veja o vídeo:

Fonte: Redação FogãoNET e Canal do TF

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