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Dodô destaca identificação: ‘A camisa do Botafogo sempre caiu bem em mim’

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Por FogãoNET

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Dodô na comemoração do título carioca do Botafogo em 2006
Divulgação

Artilheiro dos gols bonitos, com passagens por Botafogo, Fluminense, Vasco, Santos e São Paulo, entre outros, Dodô guarda com muito carinho a passagem pelo Glorioso. Em entrevista ao “Canal do TF”, ele voltou a falar do seu sentimento pelo clube.

Dodô recordou suas três passagens pelo Botafogo.

— (Em 2001) Eu estava em litígio com o Santos. Com a Lei Pelé, podia adquirir meu passe. A partir daí negociei com alguns clubes. Quando comecei a falar com o Botafogo, a coisa foi acontecendo. Eu já tinha um carinho com o time, a camisa sempre me chamou atenção. Mas o ano de 2001 terminou não muito bem. 2002 já foi muito bom, tinha 30 gols na metade da temporada. A parte financeira que era muito difícil – disse Dodô.

— A camisa do Botafogo sempre caiu bem em mim. Voltei em 2006. Estava no Goiás, eles queriam renovar, mas quando o Botafogo começa a falar comigo, impressionante como já mexia comigo. Tive muito prazer de vestir essa camisa. Na minha época, o Botafogo nunca tinha muito jogador de muito nome, expressão. Sempre atletas que precisavam provar, com elencos enxutos. Então isso fazia com que sempre tivéssemos que dar algo mais. O Botafogo precisava ganhar o campeonato (Carioca em 2006). Foi legal porque a partir dali alguns jogadores assumiram um posto muito bacana. Eu seria artilheiro fácil daquele Brasileiro. Mesmo porque o campeonato não tinha tantos atacantes goleadores assim. Veio uma proposta dos Emirados Árabes. Tive que pensar o lado mais pessoal, de pensar na idade que eu já tinha – contou.

— (Em 2007) Eu estava nos Emirados, com um monte de propostas. E quando eu decidi voltar, comecei a conversar com vários clubes e o Botafogo esperando. Quando o Montenegro me ligou, a gente nem assinou contrato nem nada. Acertamos verbalmente. Foi simples. Foi muito legal minha recepção. Nas primeiras duas passagens, usei a 10. Mas quando voltei, queriam que eu usasse a 7, porque era uma camisa histórica do Clube. E caiu superbem – lembrou.

O ex-jogador, hoje agente de atletas, escalou o Botafogo com seus melhores companheiros: Kléber; Joílson, Juninho, Rafael Marques e Bill; Diguinho, Alexandre e Lucio Flavio; Zé Roberto, Jorge Henrique e Dodô. Técnico: Paulo Autuori.

Fonte: Redação FogãoNET e Canal do TF

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