Edilson começou no Botafogo, na temporada 2013, como terceira opção na lateral-direita. O time contava com Lucas, que era o titular, e o jovem Gilberto. O camisa 33, porém, conseguiu uma oportunidade e aproveitou a chance. Além das funções de lateral-direito, Edilson mostrou também um diferencial: o chute de longe.

– Isso aí eu acho que é um dom, cada jogador tem uma parte especial e eu tenho uma facilidade de bater na bola, tanto na força, mas as vezes também no jeito. E a gente tenta aprimorar nos treinamentos – disse o lateral-direito em entrevita à Rádio Brasil.

Após as primeiras oportunidades e contando com uma lesão de Lucas, Edilson se firmou como o titular da posição no Botafogo. Ele marcou dois gols no ano passado. Um deles com a bola rolando, contra o Flamengo na primeira partida das quartas-de-final da Copa do Brasil, e outro em bela cobrança de falta, contra o Bahia, no Campeonato Brasileiro. E essa facilidade em balançar as redes vem desde cedo.

– Acho que desde a categoria de base, pelo Avaí. Eu era lateral e, acho que pelo campeonato junvenil, fiz 13 ou 14 gols e muitos deles de bola parada – lembra Edilson, que acredita que os treinamentos o ajudaram a melhorar as finalizações:

– Sempre, desde a categoria de base, me falavam para eu aprimorar, para eu fazer o meu melhor, durante os treinamentos, que, quando eu tivesse uma carreira profissional, eu ia colher frutos. Sem dúvida nenhuma já pude fazer bastante gols como profissional – afirma o camisa 33.

Fonte: Lancenet! e Rádio Brasil