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Em lançamento de chapa, Montenegro e Wágner defendem Jefferson, não diretoria

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O caos no Botafogo parece não ter fim. Um dia após uma acachapante goleada por 5×0 para o Santos, que eliminou o alvinegro carioca da Copa do Brasil, os holofotes se voltaram para mais uma polêmica: Jefferson e Wilson Gottardo, dirigente do clube, entraram em rota de colisão via imprensa. Sobrou para todo mundo. Em declarações no lançamento da candidatura de Thiago Alvim, personalidades do clube como o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro, além do ex-goleiro Wágner deram suas opiniões sobre o assunto.

Se para o presidente do título brasileiro de 1995, a exposição foi o grande problema, o paredão da conquista preferiu contemporizar e falar sobre os reais problemas de se atuar nessas condições:

“Vejo realmente como uma situação muito complicada. É uma viagem muito desgastante. Todos que já tiveram oportunidade de ir para a Ásia e voltar sabem que é muito desgastante. Para o goleiro jogar, na minha opinião, é muito mais complicado do que um jogador de linha. A gente sabe das dificuldades da posição, tem de estar em perfeitas condições para exercer aquilo que ele sabe que tem condições de fazer pelo Botafogo. Eu acho que ele foi correto, não deveria ter ido para o jogo. Como ele falou, não tinha condição. E agora vai voltar no próximo jogo para ajudar o Botafogo, isso que importa. Com certeza isso foi um mal-entendido. As partes vão sentar, conversar e aparar as arestas”, disse Wágner.

Saindo em defesa do goleiro, Montenegro falou sobre os salários atrasados e principalmente, sobre a falta de necessidade de Jefferson atuar no sacrifício.

“Ninguém deveria ter falado nada. O Jefferson foi um dos poucos a criticar abertamente o presidente. Se alguém tinha de ser afastado, era o Jefferson. Quem tinha de ser afastado é o Jefferson. A partir do momento que não foi, não pode exigir mais nada. Estava servindo o Brasil, fez uma viagem em 24 horas, não estava se sentindo bem e não tinha obrigação nenhuma de jogar no sacrifício. Se o presidente estivesse cumprindo com suas obrigações talvez ele fizesse o sacrifício, mas não havia nada que o motivasse a esse sacrifício”, disse.

Perguntado sobre a atual situação do clube, o ex-presidente, sem papas na língua, fez duras críticas à Maurício Assumpção. Para ele, a situação é insustentável e o mandatário está perdido no comando do Botafogo.

“É uma situação lamentável, já tinha falado na época do afastamento dos quatro. Acho que é um tiro no pé, é suicídio. Várias pessoas estavam tentando ajudar para tentar acalmar o ambiente e não adiantou nada. O presidente eu acho que está perdido. Resolveu arriscar, jogar tudo ou nada. É impressionante como uma pessoa consegue fazer uma administração de regular para boa durante cinco anos e, neste ano, por falta de planejamento, por ter dado chance a vários amigos, por ter priorizado amadores até para treinar o time, o Botafogo foi por água abaixo e a gente ainda está tentando salvar, mas está muito difícil”, finalizou.

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