Em entrevista ao site Globo Esporte, o ex-atleta Sandro Barbosa, ídolo do Botafogo e que fez a carreira deixando marcas nas redes dos adversários, contou quais foram os jogadores mais difíceis com quem ele já trabalhou.

Hoje aos 47 anos, o ex-zagueiro já se colocou frente às forças de atacantes como Romário e Edmundo, que são incluídos em sua lista.

“Atacantes mais difíceis, um é Romário… Esse não tem jeito de deixar fora. Edmundo era muito chato de marcar. Outro jogador também que eu achei difícil de marcar foi o Muller”, disse.

Como zagueiro, Sandro tinha um dos principais papéis dentro de campo além de ser um dos mais decisivos. No entanto, mesmo que na maior parte do tempo ficasse defendendo, o atleta também marcou e escolheu os gols mais importantes com a camisa do Fogão.

“Um dos gols mais importantes da minha carreira, ou o mais importante, foi Botafogo e Marília, no Caio Martins. Zero a zero contra o Marília, aquele jogo da subida do Botafogo para a primeira divisão. Aí Leandrão segurou ela, deu voltando e eu vim de trás… Aí saí batendo no braço, a galera gostou para caramba, foi ali que o Botafogo voltou para a primeira divisão”, contou.

Na oportunidade, o Botafogo garantiu o acesso com uma rodada de antecedência ao se beneficiar da vitória do Palmeiras sobre o Sport, que chegou à última rodada do quadrangular final da Série B sem chances de ultrapassar o Alvinegro.

Se for coincidência ou não, o ex-zagueiro disse que foi justamente contra o Rubro-Negro que marcou, nove anos antes, o segundo gol mais importante na carreira.

“O segundo mais importante foi pelo Sport, contra o Vitória da Bahia, na Copa do Nordeste, em Maceió. Gol de falta por fora da barreira, Nilson era o goleiro, não conseguiu chegar”, falou.

A partida era válida pela Copa do Nordeste de 1994, edição em que o Sport terminou como campeão. No entanto, ainda no início do campeonato, venceu o Vitória por 3 a 0 na fase de grupos, com uma das marcas saindo dos pés de Sandro.

Em 12 de maio de 1999, Sandro marcou seu terceiro gol mais importante.

“O terceiro gol foi Botafogo e Athletico, lá na Baixada, nas quartas de finais da Copa do Brasil de 1999. Foi um gol que estava 2 a 0 para o Athletico, a gente tinha ganho deles de 2 a 1 no Maracanã. Dei a bicicleta, aí foi o gol que levou para os pênaltis e nos pênaltis a gente classificou o time para a semifinal contra o Palmeiras, passamos pelo Palmeiras e fomos para a final com o juventude e perdemos na final”, finalizou.

Fonte: SportBuzz e Globoesporte.com