Ficar marcado na história do Botafogo e título da Copa do Brasil: Marcelo Benevenuto traça metas

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Por FogãoNET

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Ficar marcado na história do Botafogo e título da Copa do Brasil: Marcelo Benevenuto traça metas
Vitor Silva/Botafogo

Suspenso na derrota do Botafogo por 3 a 1 para o Grêmio, na última quarta-feira, Marcelo Benevenuto retorna ao time segunda-feira, diante do Goiás, no Estádio Nilton Santos. O zagueiro deu entrevista coletiva nesta sexta, divulgada pela Botafogo TV e revelou suas metas para o futuro.

Ambicioso, Marcelo Benevenuto mira título na Copa do Brasil e ficar marcado na história do Botafogo.

Leia abaixo os principais trechos:

Marcas no Botafogo

– Fico feliz de estar batendo em 120 jogos com a camisa do Glorioso. Parece que foi ontem que renovei meu contrato, foi lá em General Severiano, estava conversando com o (Manoel) Renha, deu até a ideia de eu continuar com a camisa 14. Usei na Libertadores e fui bem mais na maioria dos jogos. Espero fazer 200, 300 jogos com a camisa do Botafogo, ficar marcado na história do clube, ter meu rosto estampado também lá em General Severiano. Minha meta também é ajudar o Botafogo a conquistar títulos, especialmente a Copa do Brasil, porque quero ficar marcado aqui no clube. Este ano, se Deus quiser, a gente vai chegar longe na Copa do Brasil e, se possível, levar ela.

Jogo aéreo do Botafogo

– Eu e Kanu temos nos cobrado muito durante os treinamentos, que são poucos, é mais na conversa. A gente também percebeu que na maior parte dos jogos os adversários estão encostando na bola e o (Bruno) Lazaroni tem conversado muito com a gente. Não está dando muito para ir ao campo, ele vem mostrando os vídeos, mas a gente está procurando melhorar isso e espero que no próximo jogo a gente venha a ter êxito nas bolas paradas.

Correções com poucos treinos

– É corrigir trabalhando. A área fica um pouco povoada, às vezes é desatenção individual de algum jogador que faz com que o adversário finalize na nossa baliza. Vamos analisar pelos vídeos que o Lazaroni nos passa, já que não temos tempo de treinar, né. Vamos ver o que está errado para corrigir e não cometer o erro nos próximos jogos.

Dois ou três zagueiros?

– Acho que é opção de cada treinador. O Paulo (Autuori) optava por colocar o (Rafael) Forster como terceiro zagueiro. Teve jogo também que ele colocou o Forster mais à frente da linha. Acho que isso não atrapalha não. Claro que eu e Kanu temos entrosamento desde a base. O Forster agora jogando mais adiantado ajuda o Honda e o Caio (Alexandre), que estão chegando mais na área nos últimos jogos. É opção de cada treinador, jogar com dois ou três zagueiros.

Efeitos da pandemia

– Essa pandemia ninguém esperava, parou o mundo. É inédito no mundo todo ter que jogar de três em três dias, acho que o time sentiu também o desgaste de viagens. Fomos para Recife, viemos para o Rio e fomos para o Sul. Sentimos o cansaço. Nunca tinha passado por isso. A gente vai procurar trabalhar para sair dessa situação o mais rápido possível.

Ambições do Botafogo

– O Campeonato Brasileiro está bem disputado, quando você ganha dois jogos está lá em cima, quando perde já está naquela zona que não é legal. Primeiro a gente procura se distanciar o mais rápido possível da zona da degola. Quanto à Copa do Brasil, a gente pretende chegar longe e buscar o título, pelo menos é minha meta particular. No Brasileiro a gente procura colocar o Botafogo numa zona confortável e, se possível, buscar classificação para a Libertadores.

– Procuramos primeiro distanciar daquela zona de baixo. como já está quase acabando o primeiro turno, não estamos em situação confortável, acredito que podemos embalar nos próximos jogos, contra Goiás e Ceará. Vamos buscar duas vitórias para ficarmos tranquilos para o decorrer do campeonato e subir na tabela.

Parceria com Honda

– Estava comentando com o Honda, já tem uma semana que eu não faço (aula de inglês), professor deve estar doido comigo, mas vou voltar a fazer porque a semana foi bem difícil. A gente está interagindo bem com o Honda, ele está se sentindo em casa, não quer nem mais ir embora para o Japão (risos). Cara gente boa, dá vários ensinamentos para nós. Nunca tive vontade de aprender outra língua e ele me ensinou muitas coisas boas. Não basta ser jogador, mas fora de campo como seres humanos temos que buscar o conhecimento porque não seremos jogadores para sempre. Quando aposentar tem que ter uma opção fora de campo. Ele me incentivou e abriu meus olhos. Fico feliz por ter ele no grupo, não só ele como o Kalou também.

Veja o vídeo da Botafogo TV:

Fonte: Redação FogãoNET e Botafogo TV

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