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Há cinco meses no Bota, Dudu Cearense colhe frutos após rápida adaptação ao Rio

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Por FogãoNET

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Um fortalezense com espírito de carioca. Assim o volante do Botafogo Dudu Cearense se define depois dos primeiros cinco meses morando no Rio. E a rápida adaptação à nova cidade começa a se refletir em campo: o jogador de 33 anos aos poucos acumula oportunidades com o técnico Jair Ventura. A próxima pode ser no clássico contra o Flamengo, sábado, no Maracanã.

— Jogar aqui era um sonho. É impossível não se adaptar ao Rio. Agora entendo por que o carioca é “perninha” — brinca Dudu, usando a gíria do futebol para pessoas metidas.

Após se destacar no Fortaleza na Copa do Brasil e na Série C, o volante foi contratado pelo Botafogo em maio, até o fim de 2017. As primeiras semanas foram complicadas por conta de uma lesão no joelho.

— Tive que fazer um trabalho de fortalecimento muscular. Demorou um pouco, mas voltei 100%. Há diferenças entre as Série A e C. Na primeira divisão, a exigência é maior, inclusive na preparação física — conta Dudu.

A recuperação do volante é motivo de festa em casa, ao lado da mulher, Carla, e das filhas, Duda e Alice, de 11 e 6 anos respectivamente. Depois de passar por Japão, Rússia, França, Grécia e Israel, Dudu não pensa em voltar ao exterior, por conta delas.

— Minhas filhas são guerreiras, estudaram em 15 escolas diferentes. Não quero mais sair daqui, para curtir a família — diz Dudu.

Sem vaga na seleção

Revelado pelo Vitória, Dudu Cearense passou por todos os times da base da seleção brasileira. O momento mais delicado foi no Pré-Olímpico de 2004, quando o Brasil perdeu a vaga nos Jogos de Atenas. Na época, o volante atuava ao lado de outros destaques, como o meia Diego e o atacante Robinho.

— Não acho que a geração tenha ficado marcada por isso. Faz parte do futebol, não se ganha sempre. A maioria dos jogadores estão bem em seus carreiras — avalia Dudu.

Mas o fato é que, depois disso, o volante teve poucas chances na seleção principal até 2007, quando foi jogar no Olympiakos, da Grécia, e ele nunca mais foi convocado.

— Quando não se jogava num grande centro, as chances sumiam. Isso mudou, hoje um jogador da China pode ser convocado. É da época — conforma-se Dudu, ansioso com a proximidade de sua primeira Libertadores.

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