Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade.

Jogos

Taça Rio

16/05/21 às 11:05 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

X

Escudo Vasco
VAS

Taça Rio

09/05/21 às 18:00 - Nilton Santos

Escudo Nova Iguaçu
NOV

0

X

1

Escudo Botafogo
BOT

Carioca

02/05/21 às 18:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

0

X

0

Escudo Nova Iguaçu
NOV

Há oito anos no Botafogo, Diego busca nos parentes forças para não perder o foco

0 comentários

Por FogãoNET

Compartilhe

O Botafogo vive um grande momento no Campeonato Brasileiro. Com cinco vitórias consecutivas e na quinta colocação, com 53 pontos, o Alvinegro segue buscando a tão cobiçada vaga na Copa Libertadores da América. No meio desse turbilhão de alegrias, tem um jogador que busca forças para não desanimar: Diego.

Após a lesão de Luis Ricardo, que operou o tornozelo e só volta em 2017, Diego, então substituto direto do lateral direito, teve a chance no dia 1 de setembro, diante do Fluminense. Porém, na visão de Jair Ventura o jogador não aproveitou a oportunidade da melhor maneira possível.Com isso, a diretoria trouxe Alemão para preencher a lacuna.

Com 20 anos, oito no clube, Diego busca forças na família para não desanimar e continuar buscando espaço no time titular do Botafogo. Mas no clube, onde passa a maior parte dos seus dias, o lateral direito também tem um alicerce: o meia Leandrinho, amigo também fora de General Severiano.

Confira abaixo a entrevista completa com Diego:

Para o técnico Jair Ventura, você não está no momento para assumir a titularidade. Concorda?

A gente trabalha há muito tempo, desde novo, há oito anos no Botafogo. Vinha trabalhando forte, esperando o momento certo. O nosso sonho é estar jogando como titular, mas eu respeito a opinião do treinador de me preservar. Na nossa cabeça estamos sempre preparados, mas a gente tem que respeitar o opinião do treinador, que sabe o que fazer. O meu papel eu vou continuar fazendo, trabalhando cada vez mais forte.

Acha que deveria ter mais chances como titular?

Complicado falar assim… Ele me deu a oportunidade contra o Fluminense, antes de contratar o Alemão. Depois desse jogo, muitas pessoas acharam que não fui bem e outras acharam que tive um bom rendimento. Mas não conversamos sobre esse assunto de contratar outro jogador. Tudo tem a sua hora. Acredito que a minha hora ainda vai chegar, se Deus quiser.

Diego tem 20 anos e está no clube há oito (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)
Diego tem 20 anos e está no clube há oito (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)

Quando seu amigo Luis Ricardo se machucou, você se viu pronto para assumir a titularidade?

Como eu disse. A gente quer ter a chance toda hora, na nossa cabeça está perfeito. Mas a diretoria e Jair  sabem o que estão fazendo. Venho trabalhando há oito anos e buscando por essa oportunidade. Mas a gente não pode desistir. Fico triste, é claro. Estranho se eu não ficasse, né? Não posso ficar conformado em não ser titular. Então, eu busco ter paciência para não perder o foco.

Diego ao lado do companheiro Luis Ricardo (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)
Diego ao lado do companheiro Luis Ricardo (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)

E o que fazer para não desanimar e perder o foco?

É muito difícil. A única coisa que não me faz desanimar é a minha família. Meu pai, minha mãe, minha noiva, meu irmão. Querendo ou não eu fico chateado. Chego em casa triste e eles vêm me dar forças. Eles tentam me ajudar de todas as formas possíveis. O meu pai é um cara que me ajuda bastante. Não vou desanimar por eles. Eles são tudo para mim.

Diego, nos tempos de mirim do Botafogo, ao lado do pai (Foto: Instagram Oficial Diego)
Diego, nos tempos de mirim do Botafogo, ao lado do pai (Foto: Instagram)

Nas dificuldades que as pessoas se fortalecem. Com você também está sendo assim?

Com certeza. Estou aprendendo muito. Está sendo um momento de aprendizado em todos os sentidos. A minha família me ajuda a todo instante para não deixar a peteca cair. Assim vou continuar buscando o meu espaço.

Certos jogadores melhoram quando são emprestados e depois voltam ao clube. Já pensou nisso?

Eu pretendo continuar no clube. Depende deles (diretoria). Eu quero sempre jogar. Eu quero jogar e ser feliz, preferencialmente, no Botafogo.

Vejo que você e o Leandrinho são muito amigos. Onde começou essa amizade entre vocês?

Antes, ele era da base de outro clube, então, a gente se conhece desde pequeno. Na categoria juvenil ele chegou ao Botafogo. E como a gente já se conhecia da época que jogávamos contra. E, em meados do ano passado, eu cheguei ao profissional. Aí fomos ficando mais amigos. Mas a amizade ficou mais forte na pré-temporada desse ano. Lá a gente ficou muito amigo. Hoje, a gente faz tudo junto. Você está no clube quase que diariamente e percebe isso. A gente sai do vestiário juntos, amarra a chuteira juntos, treinamos juntos, falamos com Jair juntos… Somos muitos amigos e ele é um irmão para mim. E eu agarro nele para ter forças nos momentos complicados no Botafogo.

Diego e Leandrinho são inseparáveis durante os treinamentos (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)
Diego e Leandrinho são inseparáveis durante os treinamentos (Foto: Vitor Silva/SS Press/Botafogo)

E o Bruno Silva é o titio de vocês?

Bruno Silva é o nosso papai (risos). É o papai da galera da base. Ele que cuida gente. Como ele é mais experiente, mais rodado, acaba ajudando a gente dando conselhos, nos ajudando nos treinamentos. Faz bem para todos os garotos.

Notícias relacionadas
Comentários