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(Irado!) Torcedora capixaba de 101 anos conta histórias do seu amor pelo Botafogo

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Por FogãoNET

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O Botafogo é movido por uma torcida apaixonada, que vive o Glorioso nos seus momentos bons e ruins. Um exemplo desse carinho está no Espírito Santo, local do jogo de hoje contra o Mogi Mirim. Dona Jandira, uma botafoguense de 101 anos que vive para o Botafogo e seguiu fiel ao Fogão mesmo com a família repleta de ‘rivais’ de camisa.

Simpática e com uma vitalidade de impressionar, dona Jandira foi até o hotel em que o Glorioso está concentrado em Vitória acompanhada por sua sobrinha Regina e vestida com a camisa de Nilton Santos, um dos seus ídolos alvinegros, além da sua bandeira repleta de autógrafos do time de 2007, última vez em que o Botafogo jogou no Espírito Santo. Ela contou sua história com o Fogão e como tudo começou dentro da família repleta de torcedores de rivais cariocas.

– Morávamos eu e mais cinco irmãos. Os que não eram flamenguistas, torciam para o Fluminense. Somente o Silvino, um rapazinho, era Botafogo. Por infelicidade nós perdemos um jogo para o Flamengo e todos foram em cima dele, que ficou numa tristeza. Eu ainda não tinha time, mas fui até a ele e disse para não ficar triste, que a partir daquele dia eu seria botafoguense igual a ele. Desde então nunca larguei o time… Sou um pouco mais moça que o Botafogo – contou dona Jandira.

Dona Jandira - Botafoguense de 101 anos

A paixão pelo Botafogo começou com o irmão Silvino e dura até hoje. Dos seis irmãos, apenas os alvinegros são vivos e mantém viva a estrela solitária na família.

– Passei a ser botafoguense doente, assim como o meu irmão Silvino. Ele tem 92 anos e assiste o jogo trancado no quarto até hoje. Pode acontecer qualquer coisa que ele não para de assistir o jogo. Eu não perdi um jogo aqui. Toda vez que o Botafogo joga no Espírito Santo eu estou no estádio. O último foi contra o América de Natal, em 2007 – lembrou dona Jandira, que não perde um jogo do Glorioso no estádio, mas não gosta de assistir pela televisão.

– Eu sou covarde… Não assisto jogo do Botafogo. Eu fico trancada e a minha filha fica assistindo. Quando faz gol ela vai lá e me avisa. Aí que eu venho para a sala comemorar. Todo jogo é assim. Eu fico nervosa e é melhor não ver. Pela televisão me dá nervoso, mas hoje com certeza estarei lá – afirmou a vovó alvinegra.

O amor pelo Botafogo sempre foi presente e movimentava até o casamento de dona Jandira. A senhora lembrou como fazia em dias de jogo contra o Flamengo, time do falecido esposo.

– Meu marido era flamenguista. E chato. Ele ficava de mal quando o Botafogo batia no Flamengo, ficava três dias sem falar comigo com medo de fazer gozação com ele. Mas eu dava um gelo, não tocava no assunto e ficava tudo certo. Em casa só eu sou botafoguense – recordou.

Dona Jandira já confirmou presença no jogo de hoje, contra o Mogi Mirim, às 21h30, no Estádio Kleber Andrade. Ela tem seus preferidos no time alvinegro, mas garante que todos cabem no coração alvinegro da botafoguense de 101 anos.

– Em primeiro lugar está o meu goleiro Jefferson. Gosto do Luis Henrique também, que é capixaba… O Sassá e aquele que está fazendo um bocado de gols… O Navarro! Todo botafoguense que encontro eu abraço e dou um beijo. Sinto como se fosse da minha família. Eu ia ao aeroporto encontrar o time, mas quando soube já estava em cima da hora. Mas hoje eu estarei lá com certeza – encerrou dona Jandira, um exemplo capixaba de amor ao Botafogo.

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