Jefferson festeja fase com mulher e filhas e sonha com títulos

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Jefferson representa a junção de dois dos provérbios mais falados pelo povo brasileiro. Se todo grande time começa por um grande goleiro e ao lado de todo homem há sempre uma grande mulher, no caso do camisa 1 do Botafogo, ao lado do grande goleiro existem quatro mulheres especiais.

O carinho da esposa e das três filhas é um dos responsáveis pelo melhor momento da carreira, coroado neste domingo, às 16h, com a partida de número 300 pelo Alvinegro. Contra o Grêmio, na Arena do adversário, ele tentará não levar gol para manter o Glorioso na liderança do Brasileiro.

Jefferson tem dia especial pelo Botafogo

Foto:  Divulgação

O nascimento de Jéssica, mês passado, fechou a fábrica de filhas do capitão com a mulher, Michelle, e fez com que ele se sentisse ainda mais realizado pessoalmente.

“Sou um privilegiado por ter uma família como a que tenho, com quatro mulheres. Estava falando isso com minha esposa. É maravilhoso poder chegar em casa e receber o carinho das filhas. Eu sou um cara muito amoroso, até meio carente, gosto de abraçar, beijar”, contou Jefferson em conversa com o jornal.

As homenagens pela marca expressiva não se restringirão apenas ao clube. Nicole e Débora, as mais velhas da prole, também irão preparar um presente para o papai.

“Pode ter certeza que elas vão até fazer um trofeuzinho para mim, porque adoram desenhar”, disse.

De bem com a vida tanto dentro quanto fora de campo, o goleiro consegue analisar o que mudou desde sua primeira partida pelo Glorioso, na sua primeira passagem, em 2003.

“A disposição e a determinação não mudaram, mas a experiência e a maturidade, hoje, com 30 anos, estão bem maiores. Fico muito feliz em poder bater essa marca, mas não vai valer nada se eu fizer 400 ou 500 jogos e não conquistar títulos”, ressaltou o capitão, que não deseja viver fortes emoções nem fazer defesas espetaculares logo mais. Quer apenas vencer:

“Não sou muito vaidoso. É claro que não tomando gol, automaticamente, temos mais chances de vencer porque nosso ataque é muito bom. Temos que manter a regularidade. Essa marca de 300 jogos a gente esquece quando entrar em campo”.



Fonte: O Dia Online
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