Uma defesa incrível à queima roupa em cabeçada de Karim Benzema. Esse é a imagem que fica de uma atuação segura do goleiro Jefferson no amistoso vencido por 3 a 1 pelo Brasil contra a France, no Stade de France, em Saint-Denis, na noite desta quinta-feira. O goleiro do Botafogo agora está à frente de Diego Alves, do Valencia-ESP, na briga pela camisa 1.

“Seleção não pode ter um titular. Tem que ter confiança, se não jogar um jogo ou outro. Infelizmente só 11 jogam”, disse Dunga sem confirmar qual goleiro é o atual titular.

“A gente sabe que a competitividade no gol é máxima. Mas estou mantendo uma regularidade boa na seleção, e isso está na mão do Dunga”, destacou Jefferson.
Dunga chegou a treinar com os dois goleiros se revezando no time titular antes do duelo contra a França sem dar indício de quem seria o escolhido. A sequência de jogos passados também não deixava uma pista.

Diego Alves foi o titular nos dois últimos amistosos do ano passado, contra Turquia e Áustria. No entanto, ele não podia convocar jogadores que atuam no futebol brasileiro, ficando assim Jefferson sem a oportunidade de concorrência.

Jefferson, no entanto, foi o goleiro da vitória contra a Argentina por 2 a 0, em Pequim, quando inclusive defendeu pênalti cobrado por Lionel Messi.

O goleiro do Botafogo está confiante na disputa e nem mesmo acredita que o fato do time carioca atuar na Série B do Brasileiro neste ano vá atrapalhar o futuro na seleção.

“Ano passado passamos por momentos complicados no Botafogo, mas estamos nos reerguendo. É manter o trabalho com simplicidade. Independente de estar ou não no Brasil, tenho condições de jogar na Copa de 2018”, afirmou.

Fonte: UOL