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Mesmo em crise, Botafogo deve ter eleição ‘amistosa’, com quatro candidatos

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O momento vivido pelo Botafogo no cenário nacional está interferindo diretamente nas eleições presidenciais do clube, previstas para o dia 25 de novembro, na sede de General Severiano. Isso porque os quatro candidatos ao cargo hoje ocupado por Maurício Assumpção deverão evitar ataques.

Atualmente o Glorioso faz campanha muito ruim no Campeonato Brasileiro, lutando contra o rebaixamento. O elenco tem convivido com atrasos salariais e muitos se sentem abandonados pela atual gestão. A crise, inclusive, fez com que os próprios candidatos se unissem para auxiliar nas principais decisões e para solucionar problemas emergenciais.

Quatro nomes tentam ganhar a eleição: Thiago Cesário Alvim, da chapa “Por Amor ao Botafogo”, Carlos Eduardo Pereira, da “Chapa Ouro”, Vinícius Assumpção, do “Movimento Carlito Rocha” e Marcelo Guimarães, do “Grande Salto”.

Thiago Alvim, vice-diretor de comunicação do clube durante mais de cinco anos, tem apoios importantes, como dos ex-presidentes Carlos Augusto Montenegro e Bebeto de Freitas. Surge como um dos principais favoritos. Marcelo Guimarães dirigiu o Marketing do clube em um momento de grande visibilidade e defende a bandeira da modernização. Prometendo direito a voto aos sócios-torcedores, o deputado estadual Vinícius Assumpção defende a bandeira da reforma política no clube. Por fim, Carlos Eduardo tenta se recuperar da derrota na eleição de 2011, quando foi superado por Maurício Assumpção.

O atual presidente ainda não definiu quem vai apoiar, porém, fontes ligadas a ele garantem que a candidatura de Vinícius lhe agrada, já que o Movimento Carlito Rocha apoiou a atual gestão em momentos importantes. Thiago Cesário Alvim é outro nome visto por bons olhos por Maurício, que não gostaria de ver nem Marcelo e nem Carlos Eduardo como sucessores.

Outro fator que pode ter um peso importante na decisão dos sócios é o apoio do empresário Manoel Renha e do economista Cláudio Good, escocês naturalizado brasileiro. Os dois chegaram a pensar em formar uma chapa, mas desistiram. Ambos ajudaram a montar o time de Cuca na gestão de Bebeto de Freitas e auxiliaram em contratações importantes no passado. Tanto que várias correntes políticas, incluindo Maurício Assumpção, chegaram a trabalhar no sentido de fazer Manoel Renha um nome de consenso no processo eleitoral. Ele declinou, dizendo que deseja auxiliar sem cargo efetivo.

O futuro presidente do Botafogo vai assumir o comando do clube no dia 26 de novembro, um dia depois da eleição, e vai comandar o Glorioso até 2017. Dentre seus grandes desafios estão o de sanear a grave situação financeira e fazer o Glorioso conquistar um título nacional, algo que não ganha desde o título do Campeonato Brasileiro de 1995.

Tentando se manter alheio ao processo político, o elenco se prepara para enfrentar o Santos nesta quarta-feira, às 19h30(de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela rodada de ida das quartas de final da Copa do Brasil. A definição da formação que vai a campo deverá acontecer no treino prevista para a tarde desta terça-feira, no Engenhão. Pelo Campeonato Brasileiro o Glorioso volta a jogar no sábado, quando vai à Salvador (BA) encarar o Vitória, concorrente direto na luta contra o rebaixamento.

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