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Pagode com Loco Abreu e ‘chegadinha’ em Seedorf: Antônio Carlos recorda relação com craques gringos no Botafogo

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Pagode com Loco Abreu e ‘chegadinha’ em Seedorf: Antônio Carlos recorda relação com craques gringos no Botafogo
Fernando Soutello/AGIF/Botafogo

Bicampeão carioca no Botafogo, Antônio Carlos foi um dos líderes da equipe de 2010 a 2013 e conviveu com personagens importantes, como Loco Abreu e Seedorf. A relação com os craques estrangeiros foi diferente, pelas características dos jogadores.

Em entrevista ao canal do jornalista Fabiano Bandeira, Antônio Carlos encheu Loco Abreu de elogios.

– Minha amizade com o Loco veio no trabalho de campo, conversávamos bastante, gosta de pagode, é brincalhão. Convidei para o aniversário da minha filha, veio, tinha grupo de pagode, se animou, começamos a conversar mais. Tenho respeito grande, cara conhecido por jogar seleção, isso é legal para caramba. No futebol tem 40 jogadores no elenco, uns fica amigo para a vida toda. No Botafogo, é Somália e Fábio Ferreira. Importante fazer amigos no futebol – contou Antônio Carlos.

Seedorf e Antônio Carlos e Marcio Azevedo em treino do Botafogo (Foto: Fernando Soutello/AGIF/Botafogo)

Estresse no início da convivência com Seedorf

Com Seedorf, porém, a relação foi diferente. O craque holandês era mais rígido e questionador.

– Pode falar a real sobre o Seedorf (risos)? Era mais fechado que o Loco, cara muito profissional, gostava de estar no staff, perto da comissão técnica. Veio em um momento que o time não estava tão bem no início, logo teve um pouco de estresse. Oswaldo (de Oliveira) conseguiu administrar bem até onde pôde, tinha manias dele, mas respeitávamos. Passava muito vídeo, tinha visão diferente. Como eu era capitão, tinha que conversar com ele (Seedorf), falar calma. A pessoa que está chegando tem que conhecer ou respeitar. Tivemos dificuldade disso no início, até de andarmos de chinelo ele falava. Respondia que aqui é assim, cidade de praia – explicou o zagueiro, que tem episódio curioso com o holandês.

Máscaras do FogãoNET para torcedores do FogãoNET durante a quarentena da pandemia do novo coronavírus (COVID-19)

– Quando fomos campeões em 2013 – depois classificamos para Libertadores -, ele estava jogando bem e foi a hora que eu saí. Meu segundo jogo pelo São Paulo foi contra o Botafogo (0 a 0 no Maracanã), falei “esse negão vai querer me dar uma hoje de raiva”. Mas “antes que ele me pegue, vou dar uma chegadinha nele, para ver se a gente é amigo ou não”. Aí não teve outra. No primeiro lance, porrada para lá e para cá. Ele falou “pô, Antônio, me desculpa aí, estamos juntos”. Depois disso ficou de boa. Tem que respeitar a história dele, são coisas bobas, é conhecido mundialmente e ganhou tudo. Temos que tirar o chapéu – completou.

Título carioca de 2010

Titular na conquista do Estadual de 2010, Antônio Carlos relembrou o título, que completou 10 anos neste sábado.

– Passou muito rápido. A gente vai contando temporada, quando vai ver a idade já passou dos 30. Me lembro como se fosse bem recente o título de 2010. Foi um time montado com poucos recursos, não tinha estrelas, era mais cada um querendo fazer o melhor para permanecer mais tempo no Botafogo. Depois do 6 a 0 (para o Vasco) ficamos muito desacreditados pela torcida e pelos dirigentes. Joel (Santana) chegou, conversamos bastante. Sabíamos que o time não era melhor que o Flamengo, mas a vontade de ganhar o título era maior que a deles. Representou muito, até para o decorrer do ano – declarou.

Futuro

Com 36 anos, Antônio Carlos estava no Brasiliense até o fim de 2019. Porém, pode tomar outro rumo após a quarentena pela pandemia de coronavírus, voltando ao clube no qual começou.

– Estava com a ideia de encerrar a carreira esse ano, mas recebi convite do Olaria, que está com projeto de subir para a Série A ano que bem. Estou esperando essa quarentena acabar para voltar aos treinos – afirmou o zagueiro-artilheiro.

Veja o vídeo na íntegra:

Fonte: Redação FogãoNET e Canal do Fabiano Bandeira

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