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PC Caju critica estilo de Barroca no Botafogo: ‘Em vez de berrarem, ensinem’

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Eduardo Barroca em Internacional x Botafogo - Campeonato Brasileiro 2020
Vítor Silva/Botafogo

Ídolo no Botafogo, onde foi revelado e multicampeão, Paulo Cezar Caju usou sua coluna na “Veja” para criticar uma característica do trabalho de Eduardo Barroca no clube. Para o craque, o treinador tem “berrado” mais que “ensinado”.

Para PC Caju, não funciona um técnico gritar o tempo todo

Essa história de os treinadores ficarem à beira do campo foi mais um dos retrocessos do futebol. Em toda a minha carreira, no Brasil e na Europa, nunca um treinador ficou berrando e dizendo o que o nosso time deveria fazer. Se essas orientações, que só servem para contribuir com a poluição sonora, fossem eficazes o meu Botafogo não estaria nessa situação porque o que o Barroco grita: “avança a linha”, “trabalha a bola”, “põe no chão”, “pega o corredor” – escreveu PC Caju.

Essa história de treinador jogar com o time não existe. O momento de conversar é no vestiário. O treinador não pode ser a estrela do espetáculo. No aterrorizante Fluminense x Botafogo com 30 minutos de jogo já eram contabilizados 47 passes errados e os “professores” Barroca e Marcão continuavam incentivando “boa”, “acredita”. Chega a ser patético. Em vez de berrarem, ensinem. Definitivamente, os jogadores mais experientes não estão nem aí para essas “orientações” e os mais jovens, sem estrutura psicológica, podem ser prejudicados – explicou.

Paulo Cezar Caju acredita que a situação se repete em outros clubes, mas usou o Botafogo como exemplo.

– Na tevê, prossegue Flu x Botafogo. O goleiro Cavalieri leva um frango. Ninguém reclamou ou foi consolá-lo. Minutos depois, a bola sai pela lateral, talvez tentando fugir daquilo que pode ser tudo, menos futebol. Barroca reclamou do gandula. Barroca suava, estava rouco, orientou, xingou, andou de um lado para o outro, usou e abusou de todos os requisitos do manual de um técnico moderno, mas não surtiu efeito e o Botafogo, assim como o futebol em geral, despencam do abismo empurrados por seus próprios líderes – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e Blog do Paulo Cezar Caju (Veja)

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