Ribamar surgiu no Botafogo como uma da maiores promessas dos últimos anos do clube, mas com apenas pouco tempo entre os profissionais, o atacante acabou vendido para o futebol alemão, onde joga a 2.Bundesliga defendendo o Munique 1860.

Um problema na coxa, sentido ainda quando jogava pelo Fogão o impediu de fazer sua estreia pelo clube da Bavária. Mesmo com a contusão, foi para a Alemanha e vem fazendo tratamento para estar 100% para o segundo turno da competição.

“A recuperação foi longa e agora só depende do treinador. Estou bem, mas aqui não quiseram se arriscar me colocando em campo e eu correr o risco novamente de lesão. Estou trabalhando bem a musculatura para estar melhor no segundo turno, uns 200%”, declarou Ribamar em entrevista ao Globoesporte.com

Contratação mais cara do Munique 1860 (que pagou algo perto de R$ 9 milhões pelo jogador), o atacante disse não mostrar arrependimento de ter se lesionado em uma partida contra o Atlético-MG, a última antes da transferência, ressaltando o momento de ajudar o Botafogo no Brasileirão

“Não me arrependo. Enquanto estava no Botafogo, queria ajudar a equipe da melhor forma possível. Mesmo já vendido eu queria jogar e joguei. Fui no meu máximo e acabei me lesionando. Mas já passou, não me bate nenhum arrependimento. Fiquei feliz por ter ajudado o Botafogo”, declarou o jogador.

“O início foi meio chato porque me machuquei e tive dificuldade para voltar, porque a lesão tinha se agravado. Mas isso já passou e não quero me lembrar disso porque me chateia. Não gosto nem de ficar pensando nisso. Agora estou bem e pronto para a guerra”, completou.

Além de Ribamar, mais outros dois brasileiros atuam na equipe alemã, Rodinei e Victor Andrade. Sobre a adaptação a Alemanha, o atacante disse não ter problemas em seu novo país, exceto pela aprendizagem do idioma.

“(A adaptação) Está sendo muito boa. Tenho um pouco de dificuldade com a língua, mas com o tempo vou aprendendo e a vida vai melhorar mais. Estou sozinho aqui, mas meus familiares tem me visitado aqui, vieram a minha mãe, meu primo, meu irmão. Um amigo veio aqui e ficou uns quatro dias. Então basicamente nunca fico sozinho”, disse o atacante.

Fonte: Torcedores.com e Globoesporte.com