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Por norma da CBF, Jefferson não podia jogar pelo Botafogo contra o Santos

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A ausência do goleiro Jefferson no jogo do Botafogo contra o Santos, após servir a seleção em jogo na Asia, gerou um bate e boca entre o atleta e o clube. Mas, pela norma da CBF, ele não podia e não era obrigado a atuar pelo time carioca porque não foram cumpridas as 66 horas de intervalo entre uma partida e outra. Era situação similar a de Gil e Elias, do Corinthians, e Diego Tardelli, do Atlético.-MG, que preferiu entrar em campo.

Os quatro jogadores atuaram no amistoso do Brasil diante do Japão, que começou 7h45, na terça-feira, em Cingapura. A partida entre Santos e Botafogo, pela Copa do Brasil, ocorreu às 21h30 de quinta-feira. Portanto, há uma diferença em torno de 62 horas entre os jogos.

Pelo artigo 61o das Normas Orgânicas do Futebol Brasileiro, regras da CBF ainda válidas de 95, “nenhum atleta poderá participar de partidas de futebol inclusive em classe, categorias ou divisões diferentes sem que decorra entre o início de uma e de outra o intervalo a que se refere o artigo anterior (66 horas)”.

“Claro que ele não era obrigado a jogar pelas normas. Nenhum jogador era”, afirmou o vice-presidente do sindicato dos atletas profissionais do Rio, Deninho. “O Jefferson sabe da regra porque é diretor do sindicato. Se o Botafogo ameaçar com punição, será tomada uma atitude pelo sindicato.” Deninho explicou que vai ligar para o jogador do Botafogo assim que a poeira baixar.

Pelas regras das normas orgânicas, há exceções para os clubes em casos de torneios internacionais ou jogos amistosos a menos de 150 km. A regra determina que atletas só podem atuar sem o intervalo mínimo com autorização da diretoria da CBF em “casos excepcionais”. Há até previsão de julgamento na Justiça Desportiva em caso de descumprimento deste ponto.

No caso de Tardelli e Elias, que entraram em campo no Atlético-MG e Corinthians, o intervalo entre os jogos foi ainda menor: ficou em apenas 38 horas. Teoricamente, eles precisariam de autorização da CBF para atuar, mas como estavam com a seleção brasileira basta que o presidente da entidade, José Maria Marin, afirme que eles tinham o aval para jogar.

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