O provável novo ministro do Esporte, Leonardo Picciani, é torcedor do Botafogo (assim como o pai Jorge, presidente da Assembleia Legislativa do Rio), mas não tem se envolvido na atual legislatura nas causas envolvendo a bola, apesar de ter votado “sim” ao Profut e ter encaminhado o voto positivo da bancada do PMDB.

Ele acumula no currículo na Câmara ações mais efetivas no mandato passado. Picciani foi o relator do projeto que reconheceu a profissão de árbitro de futebol na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público. Além disso, relatou a proposta que aprovou autorização aos municípios a conceder isenção do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) executados pela Fifa, relacionados à Copa das Confederações, de 2013 e Copa do Mundo-2014.

Leonardo Picciani, que está no quarto mandato de deputado federal e conseguiu ser reeleito em fevereiro para a liderança do PMDB na Câmara (mantida mesmo após o voto contra o impeachment de Dilma Rousseff), apesar de não estar tão próximo assim ao esporte ultimamente, é visto como um político habilidoso.

– Não lembro dele ter participado diretamente da discussão do Profut. Mas ele é muito jeitoso, hábil. Não sei o expertise dele, seria deselegante comentar. Mas o grande desafio do gestor é dirigir gente. Isso é em qualquer área. Um presidente de empresa de telefonia pode dirigir a do cartão de crédito. Gestão do potencial humano é a chave do sucesso. Tem se mostrado perspicaz – disse Vicente Cândido, deputado federal (PT-SP) e diretor de assuntos internacionais da CBF.

Fonte: Lancenet!