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Promessa da base diz não entender afastamento após ter assinado com empresário

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Maurício Assumpção se envolveu em nova polêmica no fim de mandato no Botafogo ao ser acusado pelo empresário Mauro Azevedo de favorecer determinados agentes nas divisões de base. O caso começou com sumiço do atacante Wenderson, de 16 anos, na hora de assinar o primeiro contrato profissional, e envolveu também o meia Carlinhos, de 19 anos.

Azevedo, que agencia os dois, declarou que Wenderson não foi procurado pela diretoria por ter assinado com ele. E apontou que Carlinhos também estava prestes a renovar com o clube quando passou a tê-lo como empresário e, desde então, a diretoria decidiu que não queria mais o jovem.

Carlinhos conversou com o FutNet para explicar o seu lado da história e confirmou as palavras do empresário. Ele revelou que foi procurado para renovar por Johnny Rodrigues, gerente de relações de contrato do Botafogo, mas após acertar com Azevedo mudaram de ideia. O que era para ser resolvido na mesma semana, em agosto, acabou se arrastando por um mês e, no período, a diretoria decidiu não mais assinar novo vínculo com o meia, que termina no dia 31 de dezembro.

“Estou treinando afastado sem explicação nenhuma. O que realmente aconteceu foi que se não tivesse assinado com o Mauro eu teria renovado por mais um ano. Quando eles entraram na jogada o clube deu pra trás e resolveu me afastar. Infelizmente isso aconteceu, amo jogar pelo clube e sou torcedor do Botafogo desde criança. Cheguei no final de 2008, sempre honrei as cores, nunca tive problema de disciplina e fui titular em quase todo o tempo que estive lá. Por não gostarem do empresário fizeram isso comigo, o maior prejudicado fui eu”, desabafou o jogador sobre a falta de consideração.

Carlos Daniel dos Santos Aranha Júnior, nascido em 1995, foi o camisa 10 do time na disputa da Copa São Paulo de 2013, mesmo tendo acabado de ser promovido dos juvenis. Jogou também o Campeonato Carioca e foi titular na Copa do Brasil Sub-20 do ano passado, em que a equipe chegou até as semifinais. No começo de 2014, porém, sofreu uma pubalgia e ainda não jogou – tinha voltado a treinar há menos de um mês quando foi afastado. Hoje, ele trabalha separado do resto do elenco de juniores ao lado do goleiro Marlon, do volante Marcos Vinícius, do meia Pablo e dos atacantes Lauro e Zé Lucas.

“Tenho que resolver essas coisas. Estou esperando a mudança de diretoria. Com as eleições pode mudar muita coisa no Botafogo”, conta. Ele revelou também que o São Paulo e o Vasco – clube em que jogou antes de chegar a General Severiano – já tentaram tirá-lo do Alvinegro, mas a direção sempre o segurou por ser uma grande promessa. Carlinhos não tinha empresário antes de Mauro Azevedo e cita o caso do meia Guga – que veio do Gama no ano passado, estava em ascensão, chegou a subir para os profissionais e, depois de assinar com o mesmo agente, foi afastado e acabou rescindindo contrato.

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