Com 35 pontos no Campeonato Brasileiro o Botafogo tem a calculadora como companhia inseparável na reta final de 2018. A ideia é chegar aos 46 e atingir a “marca de segurança” contra o rebaixamento à segunda divisão. Para isso, serão necessários 11 pontos em 21 que serão disputados até que a Série A chegue ao fim.
Atingir tal desempenho significa dobrar o desempenho apresentado no primeiro turno contra os mesmos sete adversários. Os resultados anteriores do Alvinegro contra Corinthians (SP), Flamengo, Chapecoense (SC), Inter (RS), Santos (SP), Paraná e Atlético (MG) deixam uma preocupação no ar.
Nas sete rodadas finais do primeiro turno, foram apenas cinco pontos conquistados através da vitória contra a Chape e os empates diante de Santos e Paraná. No mais, só derrotas. Algumas, bem duras, como diante de Inter e Atlético, que bateram o Glorioso sem maiores dificuldades por 3 a 0.
Dança das cadeiras marcou período
O período de instabilidade há alguns meses coincidiu com a intensa troca de treinadores que se transformou a vida do Botafogo em 2018. A derrota contra o Corinthians foi o primeiro compromisso pós-Copa do Mundo, com Marcos Paquetá estreando após a saída de Alberto Valentim. Paquetá ficou pouco no cargo, acumulando ainda os resultados negativos contra Fla e Inter, além da vitória contra a Chape.
O empate contra o Santos foi obtido através de comando interino. Na ocasião, Bruno Lazaroni esteve à beira do campo. Já contra o Paraná, em igualdade amarga sofrida no último minuto, Zé Ricardo estreou no Brasileirão, perdendo em seguida para o Atlético (MG) no fechamento do turno. Desde então, é Zé quem ocupa o cargo.
Buscando se afastar do Z-4, o Botafogo abre a série de sete finais no domingo (4). No Nilton Santos, às 17h, o Glorioso recebe o Corinthians. Hora de começar a acumular pontos.
Fonte: FutRio