Um duelo brasileiro pra lá se de esperado acontecerá nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Estádio Nilton Santos.

De um lado o Grêmio, dono de dois títulos da Libertadores comandado pelo técnico e ídolo histórico Renato Gaúcho cujo futebol apresentado em 2017 é considerado o “mais bonito” em terras nacionais.

Do outro o Botafogo, em busca de sua primeira conquista continental e que já derrubou diversos campeões na atual edição do torneio – Colo-Colo, Olimpia, Atlético Nacional, Estudiantes e Nacional-URU.

A partida de ida das quartas de final, na Arena do Grêmio, coloca frente a frente dois dois melhores times do Brasil, mas com estilos de jogo distintos: o “carioca” de Renato contra o “gaúcho” de Jair Ventura.

Na atual Libertadores, o Grêmio tem conseguido dominar seus adversários e vencido sem sofrer, jogando para frente.

Na média, o Tricolor gaúcho tem 52,4% de posse de bola, trocando 525 passes e acertando 79,9% deles. São 13,5 finalizações por jogo, 2,25 gols a favor e 0,87 contra.

Até hoje o Grêmio conseguiu 13 assistências que terminaram com a bola na rede com participação baixa de cruzamentos durante os ataques, 11,9%.

Além disso, o time de Renato Gaúcho  obtém 9,5 desarmes e apenas dez faltas por jogo em média.

Por outro lado, o Botafogo aparece muito mais “copeiro”, com seus confrontos mais brigados, com a “alma gaúcha” em campo.

Nesta Libertadores – a qual disputa desde a fase prévia -, o Glorioso tem média de 44,2% de posse de bola com 376 passes trocados e 70,6% de acerto. O número de finalizações é baixo – 10,8 -, e com isso o saldo está em 1,08 de gols pró e 0,67 contra.

Os cruzamentos são utilizados com frequência pelos comandados de Jair Ventura no ataque (25% das jogadas), e as assistências que resultaram em gol são raras, cinco.

E a luta em campo está dentro do grupo alvinegro: são 16 desarmes e 17,3 faltas em média por jogo.

Fonte: ESPN.com.br