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Site polemiza: ‘Se Jefferson fosse tão bom, Botafogo talvez não estivesse na Série B’

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Por FogãoNET

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Com goleiro da Segundona e “técnico de terceira”, Brasil estreia com derrota no Chile

Não sei quem foi que inventou que o goleiro Jerfferson do Botafogo é o melhor do país, tornando-o titular absoluto da seleção, desde que Júlio Cesar deixou a canarinho, após aquela indigestão de gols sofridos no fatídico 7 a 1 diante da Alemanha, na Copa do ano passado.

Que Jefferson é um bom goleiro todos sabemos, mas isso por si só não serve de credencial para que lhe seja entregue sem discutir méritos a camisa nº 1 da seleção, como se no futebol brasileiro não houvesse outros bons goleiros, alguns dos quais até mais qualificados  do que o  arqueiro botafoguense.

Marcelo Grohe, por exemplo, que no campeonato brasileiro tem sido um dos principais responsáveis pela excelente posição ocupada pelo Grêmio na tabela, vive um momento técnico bem superior ao do atual titular da seleção brasileria.

Se Jefferson fosse tão bom assim, o Botafogo talvez não estivesse amargando a segunda divisão, depois de uma campanha muito ruim na Série A, na qual acabou rebaixado com um time medíocre do goleiro ao ponta esquerda.

Na derrota de 2 a 0, nesta quarta-feira para o Chile, em Santiago, o goleiro da frágil e mal orientada seleção canarinho cooperou de forma decisiva para os gols marcados pelos donos da casa, que aliás foram merecidos em função do predomínio quase absoluto que impuseram  à caricatura de equipe que veste e não honra a camisa amarela da CBF.

No primeiro gol chileno assinalado por Vargas, Jefferson chegou a tocar na bola, mas de uma forma tão desajeitada que não conseguiu impedir que a pelota  acabasse morrendo  no fundo da meta defendido por esse goleiro da segunda divisão. .

No gol que liquidou de vez com a chance do Brasil na partida, Jefferson saiu de maneira atabalhoada de sua meta, deixando-a completamente desguarnecia, o que propiciou a Alexis Sanchez colocar a bola nas redes brasileiras, empregando para isso a lei do menor esforço.

Não estou com isso querendo  jogar a culpa da derrota nos ombros do goleiro Jefferson, isentando o resto do time ruim de Dunga da responsabilidade por mais esse fracasso do futebol brasileiro em jogos oficiais.

Ele falhou sim em ambos os gols, mas o ataque chileno só estava lá para lhe criar essas situações embaraçosas, porque o técnico Jorge Sampaoli deu um banho tático no Dunga, encurralando o onze canarinho de forma humilhante, a ponto de fazê-lo se portar como time pequeno, jogando na retranca e apostando no contra ataque suas possibilidades ofensivas.

Tenho procurado uma explicação para o  porquê de haverem trazido Dunga de volta para o comando da seleção, depois de ele haver fracassado nessa função na Copa de 2010 e também como  técnico do Internacional, onde teve a oportunidade de mostrar serviço e não mostrou. Mas honestamente eu não encontrei

Quando o Brasil, sob o comando de Dunga, não foi bem na Copa América deste ano, vencida pelo Chile, cheguei a festejar (chorando por dentro) a má jornada brasileira no certame continental, supondo que ela pudesse servir de pretexto para que os novos dirigentes da CBF se convencessem de que esse ex-atleta  não é e nunca será um técnico à altura da seleção.

Infelizmente isso não aconteceu. O timeco de Dunga  foi eliminado da Copa América pela Colômbia, com direito a perder Neymar por ato de indisciplina, mas esse vexame sequer suscitou algum rumor sobre a possibilidade de Dunga ser demitido do comando técnico da seleção.

Ratificando o que falei no comentário anterior, em cujo título usei a expressão “risco dungado”,  referindo-me  à possibilidade de ficarmos fora da Copa da Rússia, em 2018, diante de um eventual fracasso nas Eliminatórias, deixo no ar essa pergunta: até quando a CBF vai tentar “tirar leite de pedra”, apostando nas qualidades de treinador que o Dunga não tem ?

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