Tecnologia usada por clubes como PSG e Manchester City ajuda Botafogo no dia-a-dia

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Por FogãoNET

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No futebol moderno estar bem preparado fisicamente pode fazer a diferença no desempenho dos clubes durante toda uma temporada. Pensando nisso, o Botafogo adquiriu recentemente o sistema First Beat,  um aparelho com tecnologia de ponta que ajuda a comissão técnica alvinegra a otimizar a performance física de seus jogadores e prever de maneira eficaz o risco de lesões. O fisiologista do clube, Manuel Coutinho, explica que esta tecnologia é usada por clubes europeus e equipes de esportes de alto rendimento pelo mundo.

– Este sistema só tem a agregar. Equipes como a seleção da Espanha, da Inglaterra, o Atlético de Madrid, Paris Saint-Germain e Manchester City usam esse sistema. Nos Estados Unidos ele é muito comum nas grandes equipes de hóquei e esportes de resistência como o beisebol. O equipamento mede a frequência cardíaca dos jogadores em tempo real no treino e com isso você consegue ter um resposta para o esforço que ele está se submetendo. Você coloca o atleta dentro de um planejamento e sabe quem está no limite e quem precisa fazer um complemento – explicou.

Ao custo de R$ 50 mil o aparelho consiste em um computador à beira do campo e uma haste que funciona como uma antena. Assim, o fisiologista tem a possibilidade de captar a frequência cardíaca de cada jogador. Esse monitoramento é feito por uma cinta elástica usada pelos atletas durante os treinos. Ao falar sobre o sistema, Coutinho explica que um dos benefícios é ajudar na prevenção de lesões.

– A partir da frequência cardíaca a gente sabe o impacto no sistema fisiológico de cada atleta. Isso nos informações muito importantes para dosar a carga no treinos. Ele não prevê lesões diretamente, mas com esse monitoramento você consegue manter o atleta em uma zona planejada – disse fisiologista

Coutinho revela ainda que logo depois da chegada o aparelho despertou a curiosidade do elenco. Os jogadores procuram informações.

– O grupo é muito interessado. Os atletas ficam perguntando como foram nos treinos. Eles não sabem na hora e vem perguntar como estão indo – finalizou o fisiologista.

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