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Terceiro pior ataque do Estadual, Botafogo tenta ajustar falhas no esquema de Chamusca

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Marcelo Chamusca e elenco - Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Há três rodadas sem vencer, o Botafogo vai buscar a volta por cima neste domingo, contra o Nova Iguaçu. Mas a reação de que o time precisa não é apenas nos resultados. Sob o comando de Marcelo Chamusca, os alvinegros têm se mostrado muito passivos em campo — postura que os tem deixado cada vez mais longe da zona de classificação para as semifinais do Estadual.

Num torneio em que tradicionalmente os quatro grandes brigam pelo título, os números do Botafogo até agora não o colocam como postulante à taça. O time tem pouca posse de bola, quase não vai ao ataque e, consequentemente, faz poucos gols.

Os alvinegros têm a quinta menor média de posse de bola do campeonato: 46,8%. Até aí não chega a ser um problema. Afinal, Chamusca tem tentado implantar um estilo reativo, de apostar mais em contra-ataques. Só que o time aparece pouco na frente, o que mostra que ainda falta acertar a transição ofensiva.

O Botafogo é dono da quinta pior média de finalizações. São 12 por partida. Com um agravante: destas, apenas três vão na direção do gol. O índice de acertos (25%) é o terceiro pior do Estadual, à frente apenas de Bangu e de Macaé, os dois últimos colocados na tabela.

A pontaria ruim na hora de finalizar ajuda a entender o baixo poder ofensivo até o momento. Com quatro gols marcados, o ataque alvinegro só não é pior justamente que os de Bangu e Macaé.

O primeiro tempo do clássico contra o Flamengo, na última quarta-feira, representou o ápice desta dificuldade em contra-atacar. Do apito inicial até o intervalo do jogo, o alvinegro não conseguiu finalizar uma vez sequer. O próprio Chamusca reconheceu a limitação.

— Nosso primeiro tempo foi muito difícil. Além das dificuldades de construção, quando conseguíamos em alguns momentos roubar a bola e criar o contra-ataque, erramos muito no último passe, duas ou três situações interessantes que pecamos — analisou o técnico alvinegro. — Vamos precisar evoluir.

Defensivamente, o time não vinha fazendo feio no Campeonato Carioca. Mas a facilidade com que o Flamengo chegou à área alvinegra ligou o sinal de alerta. Principalmente pela atuação muito aquém do esperado de Marcelo Benevenuto, um dos mais regulares do time.

É na zaga, inclusive, que o time terá mudanças. Com Kanu suspenso, Gilvan, Joel Carli e o próprio Benevenuto brigam para formar a dupla titular em Saquarema.

Fonte: Extra Online

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