Zé Ricardo nem esconde. A referência que ele tem do Botafogo, e que deseja ver no time que comanda é a entrega apresentada pela equipe comandada por Jair Ventura. O atual treinador do Corinthians esteve à frente do Botafogo entre agosto de 2016 e dezembro de 2017. E uma das partidas mais emblemáticas daquela era foi a vitória sobre a Chapecoense, fora de casa. É um paralelo para esta tarde.

O Glorioso volta à Arena Condá levando ainda fresco na memória o triunfo sobre os mandantes em junho do ano passado, por 2 a 0. Na ocasião, Roger e Rodrigo Pimpão marcaram os gols daquela partida vencida com certa segurança pelo Alvinegro. E foi a única vez, em três duelos em Chapecó (SC) que o Botafogo venceu. Antes, duas derrotas.

Dentre os 14 jogadores que entraram em campo naquela ocasião, sete permanecem no elenco: Gatito Fernández, Carli, Igor Rabello, Rodrigo Lindoso, Dudu Cearense, Matheus Fernandes e Rodrigo Pimpão. Matheus começou jogando naquele jogo de 2017 e começará novamente, tem proposta do Genoa-ITA e deve se transferir ao fim do campeonato. Mas, por enquanto, ele diz o que ele e os companheiros deverão enfrentar.

– Espero um jogo muito difícil, como eles fizeram contra o Santos. É botar nossa bolinha no chão e fazer o nosso jogo – entende o volante, valorizando o triunfo da Chape da última rodada.

A situação era diferente. O Glorioso saltou para a parte de cima da tabela com o triunfo daquela vez. Agora, Marcinho, que esteve lesionado durante quase todo o ano passado, prega o foco nos jogos decisivos que restam até o fim da competição.

– A gente tem que se livrar logo dessa situação, o que vier depois é prêmio. Estamos focados, são cinco finais. Não tem empolgação (após a vitória sobre o Flamengo). Estamos focados em nos livrarmos do rebaixamento, depois vamos pensar em outras coisas – decreta.

Fonte: Terra