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Barboza vê velocidade da bola como principal dificuldade do Botafogo na altitude e brinca sobre desafio: ‘Mais um pulmão iria ajudar’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Barboza vê velocidade da bola como principal dificuldade do Botafogo na altitude e brinca sobre desafio: ‘Mais um pulmão iria ajudar’
Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo encara nesta quarta-feira os quase 4 mil metros de altitude no duelo contra o Nacional Potosí, pela Libertadores. Um dos jogadores mais experientes do elenco, o zagueiro Alexander Barboza afirmou que a velocidade da bola costuma ser a maior dificuldade em partidas assim.

– Nunca joguei em Potosí, joguei em La Paz várias vezes. É muito diferente, a exigência é muito maior. Acho que a diferença está muito na velocidade da bola, que é muito mais rápida. Sabemos que podemos nos fechar atrás, no meio, será difícil para eles entrarem, mas a velocidade da bola é muito diferente, acho que essa será a maior dificuldade lá – disse Barboza à “Botafogo TV”.

Por conta da altitude, a bola enfrenta menos resistência do ar e fica mais veloz do que nos jogos praticados ao nível do mar. Por conta dessa diferença, o técnico Martín Anselmi organizou alguns treinos no Rio com bolas de vôlei para os jogadores se adaptarem, segundo revelou o “SporTV”.

Ao ser questionado sobre se faria alguma preparação especial para ajudar a minimizar os efeitos da altitude, Alexander Barboza ainda brincou.

– Mais um pulmão – respondeu o zagueiro, rindo.

O Botafogo segue para Sucre nesta terça-feira. Na quarta-feira pela manhã, os jogadores sobem para Potosí em carros 4×4, num trajeto que costuma durar entre 2h30 e 3h. A bola rola às 21h30 (de Brasília), no Estádio Víctor Agustín Ugarte, em Potosí.

Fonte: Redação FogãoNET e Botafogo TV

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