Botafogo cogitou outro nome na troca de Chamusca por Enderson e recusa de Lisca, revela Freeland

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Por FogãoNET

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Eduardo Freeland - Botafogo TV
Reprodução/Botafogo TV

O Botafogo mudou da água para o vinho com a troca de Marcelo Chamusca por Enderson Moreira, ainda no primeiro turno da Série B. Antes de o novo técnico ser contratado, o Alvinegro tentou a contratação de Lisca, que preferiu ir para o Vasco (ainda bem). E um outro nome foi cogitado, revelou o diretor de futebol Eduardo Freeland.

– Gosto sempre de trabalhar com três nomes. Tínhamos o Lisca, conversamos com ele, era um cara que tinha uma capacidade de organização da equipe interessante, poderia bater e funcionar, era um cara muito enérgico. O Enderson tinha números muito interessantes, sofre poucos gols e isso é um dado interessante, levantamos que as equipes que sobem ficam 40% dos jogos sem sofrer gols. E o outro nome era o do Eduardo Baptista, agradava muito a mim, mas tinha um projeto com o Mirassol muito forte e nem chegamos a conversar – detalhou Freeland, em participação no “Seleção SporTV”.

Freeland contou como foi a decisão de demitir Chamusca e como foi a contratação de Enderson depois. O que coloca muitos clubes em dificuldade é quando temos que fazer loucuras para corrigir as rotas.

– Chegou um momento em que não víamos uma evolução, o que poderia colocar em xeque os objetivos, e vimos que era necessário mudar. Chegaram quatro atletas novos, saíram três ou quatro, mas a grande mudança foi no comando técnico. Colhi muitas informações do Enderson, falei com mais de dez pessoas. Tivemos uma hora e meia de conversa antes de trazê-lo e fiquei muito impressionado como tinha sinergia de pensamentos. É futebol, tudo pode ter uma variação grande, mas ficamos muito felizes em ter acertado e ele ter feito esse trabalho fantástico – disse.

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