Uma reportagem publicada nesta terça-feira (24/3) pelo jornal “O Globo” informou que John Textor enviou cerca de R$ 110 milhões do aporte obrigatório no Botafogo para o Lyon. A matéria repercutiu. E o jornalista Bernardo Gentile, em live no canal “Arena Alvinegra”, explicou o entendimento do clube alvinegro sobre a situação.
– Só sobre essa questão do “O Globo”, eu estava conversando ontem à noite também com o pessoal do Botafogo, e já havia o burburinho de que isso ia vir ao ar hoje. E aí o que o Botafogo sustenta é que esse é um recorte de um momento que aconteceu, mas de um momento isolado. É tipo você pegar os momentos do Neymar na carreira e você vai ter um recorte, se você quiser fazer um edit malvado, você vai fazer um recorte dele fazendo um monte de merda. Se você quiser pegar um recorte dele fazendo uma coisa boa, vai ter um monte de coisa boa. Então, o que o Botafogo está dizendo nos bastidores é que esse é um recorte maldoso da história – contou Bernardo Gentile.
– Por que eles dizem isso? É porque nesse momento o caixa único estava a todo vapor. Então, de fato, saiu, entrou, saiu, mas depois voltou muito mais, depois continuou contratando jogador. Mas entrou (dinheiro) – acrescentou o jornalista.
Os clubes da Eagle Football tinham até o meio de 2025 um sistema de caixa único, no qual valores eram transferidos entre eles. Hoje, o Botafogo entende que o Lyon ainda deve um valor alto aos cofres do Glorioso.