O aporte da GDA Luma no valor de US$ 15 milhões (R$ 78 milhões) foi essencial para o Botafogo não ser excluído do Regime Centralizado de Execuções (RCE) das dívidas trabalhistas.
Segundo reportagem do jornal “O Globo”, duas parcelas estavam em atraso e, caso a terceira, que vence 10 de julho, também não fosse paga, a SAF perderia o direito de participar do programa.
Se a SAF alvinegra fosse excluída do RCE, o Botafogo corria o risco e perder o direito à proteção judicial que ordenava o pagamento das dívidas e ficaria sujeito a bloqueio de contas e penhoras.
O valor total pago foi de quase R$ 4 milhões, sendo que o Botafogo ainda precisou arcar com uma multa de 20% sobre uma parcela e 50% em cima de outra, devido aos atrasos.