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Chay revela incômodo com críticas nas redes sociais: ‘Minha história mostra que sempre fui me reinventando. Nunca vou me omitir’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Chay revela incômodo com críticas nas redes sociais: ‘Minha história mostra que sempre fui me reinventando. Nunca vou me omitir’
Vitor Silva/Botafogo

Destaque do título da Série B no ano passado, Chay ainda não engrenou em 2022 e vem participando do rodízio no meio de campo do Botafogo sob o comando do técnico Luís Castro. Depois de operar o joelho no fim do ano passado, o camisa 14 ainda tenta voltar ao seu melhor futebol.

Mas uma coisa tem incomodado bastante o jogador: as críticas nas redes sociais. Em entrevista especial ao “GE”, Chay contou que tem lido certas coisas que tem deixado ele bastante chateado. E fez ponderações.

Ultimamente, tenho me abalado bastante com o que leio nas redes sociais. Tenho tido momentos complicados, de duvidar que eu sou capaz – disse Chay, continuando:

Minha história mostra que sempre fui me reinventando. Escuto críticas, concordo com algumas, discordo de outras. “O Chay não serve mais, é jogador de Série B”, mas meus números mostram um pouco diferente. Tenho 11 partidas, quatro participações em gols, que seriam seis, se dois não fossem anulados. Eu participo ativamente dos jogos do Botafogo. Eu nunca vou me omitir, vou jogar para frente, tentar fazer o diferente. Este momento de crítica que eu tenho recebido, tenho absorvido ao meu modo.

Apesar da mágoa com certos tipos de crítica, Chay é só orgulho ao falar da sua trajetória de até aqui um ano no Botafogo. Contratado após se destacar na Portuguesa-RJ no Carioca do ano passado, o camisa 14 guarda com carinho o último jogo da Série B, o da entrega da taça de campeão, contra o Guarani, no Estádio Nilton Santos lotado.

– Eu fui foda mas o grupo foi junto. Quando a gente consegue antecipadamente o acesso com o Guarani, em um jogo que os caras passam ganhando e no final a gente empata… Eu tinha acabado de voltar da lesão e eu falei: “Eu quero jogar, eu vou jogar”. Senti câimbra, o tornozelo todo enfaixado. E eu ainda participo ativamente, dou assistência para o gol do Navarro. Quando acabou o jogo, minha família toda entrou em campo. Ali, eu desabei. Foi difícil chegar aqui. Não cheguei como mais um, consegui participar – recordou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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